segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Não seria simples, e você bem sabe como estou... Mas fingi andar por ai sem sentir...



Não! eu não vou voltar! Espere o quanto seu amor resistir!
 É... Acho que você já ficou pra trás, e eu não ando de ré!


Estou pensando em voar! Nuvens não são seguras... meus passos aqui em cima não podem te tocar, seu toque se limitou a sonhos! Você sabe, sonhos são inúteis...


Sinta minha presença esta noite! E depois, olhe onde você foi parar...


Sim! estou intocável agora...
Você não sabe o quanto tenho pensado em ti... Você não sabe muita coisa!



Algum tempo atrás eu quis tê-lo... Agora eu não sei mais!


Não sei medir a perturbação que me causa, nem a paz que me dá!


Não sei quem é vc!


Não sei se já acordou antes algum dia apenas para me olhar, não sei se já me disse alguma vez realmente o que sentia; não sei se já chorou por mim; não sei se te causo embrulho no estômago; não sei se é pior sentir sua falta, ou perceber a tua ausência...
Queria escrever o que um dia calei! Sair gritando aos quatro cantos o segredo que até hoje guardei!



Queria roubar-lhe a sombra e manter-te perto de mim....


Queria lembrar quando foi a primeira vez que perdi a fé no Ser...


Queria esquecer cheiros, para não recordar sensações!


Queria não me distrair com o transitar de formigas no jardim enquanto escrevo...


Queria um despertador que reproduzisse o som dos Sábias para acordar!


Queria cantar no chuveiro enquanto você cozinha!


Queria não perdoar, queria poder esquecer


Queria cair e ficar ali, invisível, até estar pronta para levantar


Queria não necessitar de tempo para curar-me dos desamores


Queria saltar sem rede de proteção


Queria perder o fôlego de tanto rir


Queria chorar de vez em quando...


Queria voar... Ah! Eu queria muito voar!


Na verdade, queria apenas não querer...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Não sei dizer se foram seus olhos cor de chocolate, ou só seu jeito desengonsado de caminhar; mas aconteceu... é... senhoras e senhoras!... Me apaixonei por um sapo num dia de céu azul e encantador.



Não teve valsa antes da transformação, foram só uns passinhos sem ritmo num bar qualquer...


Acreditava que estava no controle da situação, mas... Não! Não perdi o controle, apenas me apaixonei pela idéia de poder ter mais, queria o excesso, queria um grande amor! O excesso é muita coisa, e agora aprendi que preciso de pouco, e por isso estou tentando dar parte de mim, porque isso é o Amor de verdade, não é o quando se recebe, é o quanto se é capaz de oferecer...


O Tempo devia cicatrizar esta ferida por dentro também... Mas, o Tempo não cura completamente, sempre deixa sequelas...