Bora transbordar alguma coisa!
Há tempos não escrevo, e acho que talvez esteja fugindo de mim; e esse é um bom assunto para pensar. Tenho consciência que pensar sobre a vida não é algo benéfico para a auto-estima, não quero aprofundar isso porque não estou preocupada que alguém entenda, mas vou reforçar dizendo que é por este motivo que a maioria das criaturas preferem falar sobre Outros.
Ultimamente minha vida tem seguido uma rotina, não exatamente de horários, e sim de atividades necessárias; resumindo: -Estou no mundo das fraldas e mamadeiras! Isso tem me deixado com pouco tempo pra mim, e sinceramente, sinto muita falta, mas também acredito de seja bom não ficar tentando entender tudo que sinto. Pois embora eu me sinta menos feliz perante algumas possibilidades; também me sinto menos triste diante do que tenho.
Tenho sentido muita falta de sentir minha família perto de mim; não só pela distância que foi arraigada e crescente, e sim pela presente ausência, por tudo aquilo que não se teve; e que hoje parece incomodar cada vez mais a mim, e aparentemente, só a mim. Espero que consiga resgatar e suavizar isso tudo com a família que escolhi ter, já que o passado é irretocável.
A maturidade têm me arrancado migalhas, e de migalha em migalha acho que fui me desfazendo, hoje sinto falta do exagero; da angústia desfreada; do frio da barriga; do choro com soluços; da inocência que cega, mas que na verdade, salva.
Há tempos não escrevo, e acho que talvez esteja fugindo de mim; e esse é um bom assunto para pensar. Tenho consciência que pensar sobre a vida não é algo benéfico para a auto-estima, não quero aprofundar isso porque não estou preocupada que alguém entenda, mas vou reforçar dizendo que é por este motivo que a maioria das criaturas preferem falar sobre Outros.
Ultimamente minha vida tem seguido uma rotina, não exatamente de horários, e sim de atividades necessárias; resumindo: -Estou no mundo das fraldas e mamadeiras! Isso tem me deixado com pouco tempo pra mim, e sinceramente, sinto muita falta, mas também acredito de seja bom não ficar tentando entender tudo que sinto. Pois embora eu me sinta menos feliz perante algumas possibilidades; também me sinto menos triste diante do que tenho.
Tenho sentido muita falta de sentir minha família perto de mim; não só pela distância que foi arraigada e crescente, e sim pela presente ausência, por tudo aquilo que não se teve; e que hoje parece incomodar cada vez mais a mim, e aparentemente, só a mim. Espero que consiga resgatar e suavizar isso tudo com a família que escolhi ter, já que o passado é irretocável.
A maturidade têm me arrancado migalhas, e de migalha em migalha acho que fui me desfazendo, hoje sinto falta do exagero; da angústia desfreada; do frio da barriga; do choro com soluços; da inocência que cega, mas que na verdade, salva.