sexta-feira, 30 de abril de 2010

Bem tosco, mas acredito que todo mundo um dia vai se perguntar o que é Amor...
Talvez o fato de eu querer traduzir este sentimento em palavras que teimam em não se complementarem, se faz ser tosto na prática, mas isso é uma tosquice insistente desde sempre na humanidade...
Escrevi um texto sobre Amor que pode até causar enjoo, e por isso nem vou colocar aqui, mas o certo é que ele não definiu nada, embora contenha um exagerado e crú panorama do sentimento, sempre falta algo mais... E algo mais é o vazio que expõe o nada, e como todos sabem, o nada é a falta de algo. Então como estabelecer o algo mais que por fim é a falta de algo!!!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O fogo ensandece meus sentidos
E atordoa minha razão!
balanço simulado,espero por ti
Engrandeça
minha percepção
Agrida minhas ideologias
Assuma suas fraquezas
Não
feche os olhos para mim
Pois continuara a ouvir sua consciência
E não conseguira me tirar de seus sonhos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O corte expõe o que você desmereceu
A dor me salva de ti
Deixe-me esquecê-lo, deixe-me partir...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Talvez os anjos nem tenham boas intenções
Talvez eles nem saibam o que fazem
E todos os milagres são estranhas coincidências
Talvez nem sejam belos, talvez sejam luz
Talvez eu nem saiba descrevê-los
Talvez nem seja possível descrevê-los
Talvez, talvez, talvez...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Me perdi de meu amor
E minha decepção apagou o caminho de volta
.
Fugi sozinha...com você sempre na mochila
Você
até esqueceu de mim!

Pena que o meu não querer é incapaz de não amar...
Me perdi em sonhos inalcansáveis
Cai das alturas
...

quinta-feira, 22 de abril de 2010


Sentir-me! Eis que aqui estou

Sentindo cada centímetro de mim
Meu corpo esquenta sem parar
O chiado em meu ouvido faz eu não pensar direito
Tenho medo De olhar-me e não me ver
Tenho medo de ver e não ter capacidade de dominar

Sonhos e flores
Tudo você vai ter
Basta o tempo...
E você nada mais vai ser...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A dor do belo escorre junto ao espelho
Fraco é seu nome
escura nuvem, lágrimas de sangre
Um corte profundo no intocável
O Ser virou nada
Nada vida Ser