domingo, 19 de dezembro de 2010

Era um belo sorriso, e eu nunca imaginei ser o último! Uma escolha, duas escolhas, sei lá quantas se é necessário para destruir um destino perfeito...
Desejos incontidos, proibidos talvez? Tudo perante nosso sinismo arrogante!... Faz de conta que nunca irá acabar, e de consolo usamos vários ninguéis para fugir. Fugir de si mesmo, eis que não encontro este atalho. Mas deixa pra lá...
O sonho estava planejado. O erro não fora inventado, e então nem você e nem eu assumiu a criação. Todos corriam, e meu mundo atropelou seu inocente pesadelo. Olho para trás e não enxergo caminho algum que me leve até você.
Sutil é este olhar vazio que tenho agora; meus olhos não se libertam da tua imagem, embora você permaneça inalcansável para minha visão.
A história não terminou com final feliz, e a nossa realidade ignorou qualquer fábula, " Era uma vez" deixou de ser passado...





"Uma auto-crítica excessiva aumenta a lerdeza de um preguiçoso escritor." Frase de Ciro dos Anjos, escrita por um professor em um texto entregue pela metade no ensino médio e com nota máxima. Lembro este comentário sempre que travo ao escrever algo...rsrsr

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Queria colorir sua vida!  Mas acho que sou incolor!
Acordei tarde... hoje! Fazia dias que dormia enquanto vc estava ai, perfeito em todos os detalhes...
Não sei quando deixei de ser o que acredito Ser... Acho q hoje acordei sem saber quem sou!
Amanhã eu não sei se o terei, ontem eu não tenho capacidade de mudar... E agora? 
Nem mais, nem menos! Não sou nada disso!
Eu estou aqui... Nua em sentimentos! Mas não! Isso não prova nada!
Sou incapaz de transparecer minhas verdades, apenas minhas vontades...
Isso talvez seja inacreditável mesmo!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Encontrei uma pedra preciosa, e perdi por não saber como cuidá-la...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Necessidade!!!

Hoje o friozinho me fez sentir saudade de casa, e dos pampas... Fiz uma seleção de músicas que me lembram praticamente minha vida em versos, com  bandas de rock gaúcho... Tomei chimarrão como dizem por lá, sólita no mas... Com a janela aberta senti o vento fresco acariciar meu rosto e me venho trechos dos livros que formam a trilogia "O tempo e o vento" de Érico Veríssimo...  Principalmente o primeiro livro, "O Continente", e com o assobiar do vento bateu uma certa nostágia... Fiquei pensando na minha incapacidade perante o tempo e o vento... Fico triste por coisas que não tenho poder para mudar, fico feliz por coisas que não existem de fato... E a única coisa que permanece é o tempo que sinto, e o vento que sopra lembranças intocáveis em todos os sentidos...

"Venta



Ali se vê...


Onde o arvoredo inventa um ballet


Enquanto invento aqui pra mim


Um silêncio sem fim


Deixando a rima assim


Sem mágoas, sem nada


Só uma janela em cruz


E uma paisagem tão comum


Telhados de Paris


Em casas velhas, mudas


Em blocos que o engano fez aqui


Mas tem no outono uma luz


Que acaricia essa dureza cor de giz


Que mora ao lado e mais parece outro país


Que me estranha mas não sabe se é feliz


E não entende quando eu grito






O tempo se foi


Há tempos que eu já desisti


Dos planos daquele assalto


E de versos retos, corretos


O resto da paixão, reguei


Vai servir pra nós


O doce da loucura é teu, é meu


Pra usar à sós


Eu tenho os olhos doidos, doidos, já vi


Meus olhos doidos, doidos, são doidos por ti"  (Telhados de Paris- Nei Lisboa)


 

domingo, 12 de dezembro de 2010

Escuro! tudo ficou escuro agora...
Preciso de paz e um caminho de luz...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Amo-te pela paz que me dá, e pelo tormento que provoca...