O prejuízo é sempre nosso!!!
No discurso de Getúlio Vargas ainda durante o Estado Novo ao assinar a Lei n° 2004: que definia a instituição do monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras, dizia que assim como inicialmente descreram da siderúrgica de Volta Redonda, e que na sua concepção teve uma irrefragável capacidade criadora nacional, a Petrobras seria o marco da independência econômica do Brasil.
Lembrando que Vargas “virou a casaca” como se diz no futebol para “sufocar” sua tendência fascista e assim ser presenteado através do Acordo de Washington pelos EUA com a siderúrgica anteriormente citada.
No presente momento a posição nacional é diferente, são os países do “1° mundo” que disputam preencher os requisitos que o Brasil “impõe”, o que significa para o beneficiado da compra brasileira maiores possibilidades de se recuperar da crise econômica.
A descoberta do pré-sal que é veemente a grande arma nacional atual, principalmente perante a dramática situação na qual se encontram os reais armamentos nacionais, indica um perigo visível diante da maior movimentação militar, que desde a época da ditadura não era vista na América do Sul.
O governo que aparentemente já manifesta pensar em possíveis circunstâncias que atentem a segurança do país deve recordar da sua pouca inteligência nos momentos de adquirir equipamentos bélicos, o que supostamente Luiz Inácio Lula da Silva também desconhece, a julgar a sua falta de ética frente aos países que disputam vender seus produtos, sabendo que nenhum deles tem a inocência e interesse em fornecer tecnologia a um possível concorrente futuro.
Usufruindo de uma platéia que reflete o porquê da caótica situação da Constituição e do Senado nacional, Lula regrediu a uma mentalidade que lembra a “exibida” no início da República.
O slogan que nasceu com a Petrobras era “O petróleo é nosso” é substituído por “O petróleo é todo nosso”, mas será isto suficiente para dar condições ao desenvolvimento favorável da economia brasileira?
Bom... Enquanto o atual presidente doa milhões para países subdesenvolvidos, como se não fizéssemos parte do mesmo grupo, ignora a triste experiência que o Brasil teve na Guerra do Paraguai, quando acreditou que aliar-se a uma superpotência era o bastante para crescer economicamente.
O amadurecimento tardio do Brasil tem sido fruto do despreparo e do exibicionismo dos seus representantes, semeando uma idéia despreocupada na população, proliferando uma ignorância necessária para tal comodismo, diante das supostas “marolinhas”.
Pois, assim como a siderúrgica de Volta Redonda, que foi privatizada posteriormente, mais exatamente no governo Collor, agora para muitos privatizar a Petrobras já é uma necessidade onde a empresa pode deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, devido principalmente à falta de clareza demonstrada quando questionada, para ser de controle público, formado por grupos da sociedade e outros países.
O governo devia preocupar-se mais em “armar-se” de indivíduos pensantes, seria um investimento sábio, embora não tenhamos experiência em relação ao mesmo, seria bom fugir ao convencional hábito nacional de deixar para depois.
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