Estamos numa fase em que assumir uma responsabilidade socioambiental é uma necessidade global. O chamado merchandising social ou markentig para causas sociais tem sido muito utilizado para atrair a discussão popular sobre problemas que existem na sociedade. Em novelas, por exemplo, podemos lembrar da abordagem sobre o transplante de medula óssea em “Laços de Família”; do Alzheimer em “Senhora do Destino” e mais recentemente a retratação da Esquizofrenia em “Caminho das Índias”.
A responsabilidade socioambiental tem sido reforçada pelo apoio de diversas personalidades, desde atletas, como o jogador Ronaldo Nazário que substituiu Renato Aragão (Didi) e passou a ser o embaixador da Unicef; até políticos, como Al Gore que foi vice-presidente de Bill Clinton, e que produziu o documentário “Uma verdade inconveniente”, o qual fala sobre as mudanças climáticas.
Em tempos de desequilíbrio ambiental e de desigualdade crescente, as enchentes se tornaram rotineiras, as doenças respiratórias fatais; tragédias, intolerância e preconceito comuns, perda dos valores familiares e marginalização abundante; onde a conscientização é a base para a mudança socioambiental e uma esperança para a humanidade.
Devido a uma preocupação social e ambiental globalizada, a expansão da ideia de urgência para atingir um maior público sobre a importância de mudar determinadas atitudes, privilegiando o meio socioambiental, tem sido almejada por diversos meios de comunicação, se tornando quase que uma regra para as atuais programações.
Enfim, pessoas dos mais diversos setores têm contribuído para alertar a sociedade sobre os fatos que necessitam receber maior atenção; uma atitude que é sempre bem-vinda, e que favorece a todos.
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