Bolsa Lua de Mel
O texto sugere uma crítica ao papel que o jornalista assume quando se condiciona a explorar algo que tenha grande aceitação do público, embora tenha consciência de que seja uma informação inútil.
A informação do suposto programa “bolsa lua de mel” no estado malaio carrega uma irônica critica ao assistencialismo que existe no Brasil, o que serviria de “combustível” para a alienação da população, favorecendo ao desinteresse à informação de qualidade, e contribuindo ao aparente ilimitado comodismo.
Salienta-se através do texto que o assistencialismo muitas vezes desnecessário faz com que as pessoas ignorem as verdadeiras intenções do governo quando oferta tais benefícios.
O jornalista quando diz ter um compromisso para o grande público, ironicamente aparenta ter um discurso político, como se quisesse dizer: - Não me importo em trabalhar duro e quem sabe nem ser reconhecido, mas quero que saibam que tudo que faço é para facilitar sua vida; Ou seja, assim como os governantes o jornalista se beneficia com a pouca exigência ou talvez inteligência da população ao optar pelo mais conveniente a si.
Enfim, Juremir Machado da Silva expõe que a base do problema é o desinteresse da população, e que só mudando o perfil de exigência da mesma, conseguirá por fim ver a informação realmente útil sobressair diante das reais necessidades da nação.
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