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Os primeiros riscos normalmente acontecem entre paredes. Embora sejam de forma violenta, resultante da aplicação de força desnecessária, a tentativa de controlar o indomável instrumento requer paciência e treino.
Perante olhos que “transpiram” criatividade, a decodificação de riscos multicoloridos é tão simples quanto desenhar nas nuvens. Nesta fase, o maior risco é ser descoberto por tais riscos.
Com o passar do tempo, o “Fantástico mundo de Bob” começa a ser deixado de lado; A necessidade de aprender riscos que sejam reconhecidos com glória, sem riscos de represaria é uma busca atraente. Neste período, o risco de errar é maior, mas o medo é invisível diante do suposto incentivo recebido.
Soma-se então uma bagagem de riscos, e a união deles fascinam com histórias que “uma vez” aconteceu, e que deixaram “todos felizes para sempre”.
Deslumbrando inúmeros riscos, muitas vezes a pressa do ônibus foi o vilão da total descoberta.
Após tornar-se capaz de decifrar os códigos com seus devidos significados rapidamente, o ônibus deixa de ser platéia; As histórias “evoluem”, e o conhecimento delas sugere grande importância na definição de um aparente futuro de maiores oportunidades.
Mas como fascinar-se por histórias que embora possam ser comprovadas, muitas vezes não deixam de serem inimagináveis? Onde glória e crueldade definem o poder... Histórias que falam da guerra da suposta superioridade do branco contra a “invasão” das cores, onde rosas destroem e muros separam.
Nesse momento muitos riscos são inconvenientes de serem descobertos...
É quando muitos riscos são ignorados, e acredita-se já ter domínio dos riscos convenientemente necessários.
Logo, riscos passam despercebidos... E é nesse instante que o maior dos riscos surge...
O risco de não ter mais interesse de desvendar riscos, acreditando agora somente no “Fantástico mundo da Wikipédia”.
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