sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

&

Hoje passei a manhã estudando em casa, a tarde estudando na biblioteca municipal e a noite vou para a faculdade, adivinha fazer o que?
.... é... a vida é muito louca, e pior que dah várias voltas e tal, ou ihh pahhh.....
rsrsrs
Agora a noite me bateu uma vontade de estar nos pampas, sentar na varanda com a família perturbando ao redor, tomar um mate por enquanto que nada acontece.....
Ehhhh saudade

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

músiquinha agradável de se escutar - "Aonde quer chegar"

á são quase 5 da manhã
Por que ainda insiste?
Faz muito tempo
Que não tenho o que dizer

Ando aqui pensando em nós dois
Será que temos tempo?
Te fiz promessas
Que não posso apagar

Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar

Olha o que fez
Perdeu-se outra vez
Não sabe
Aonde quer chegar
Aonde quer chegar

Já são quase 7 da manhã
Por que não se decide?
Joguei minhas fichas
Há muito tempo atrás

Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar

Olha o que fez
Perdeu-se outra vez
Não sabe
Aonde quer chegar
Aonde quer chegar

Ja são quase 9 da manhã...

Banda Moptop

Do Céu ao Inferno

Dane-se Baco! Ofertai ao Santo!

Antes de usufruir da embriagante fórmula da cachaça, oferta-se ao Santo. Logo, fiéis consumidores podem anestesiar suas supostas amargas vidas, com o produto resultante da doce cana-de-açúcar.

Mas afinal, quem é o tal Santo cachaceiro?

Bom... São Longuinho seria um fraco suspeito, pois encontrar o lar é sempre difícil após ingerir a acessível “água que passarinho não bebe”, e outra, se fosse ele o “beberão” não teria nexo o presidente “Lula” não ter ainda encontrado seu dedo mínimo, e muito menos partidários eficientes, seria muita petulância por parte do Santo.

Santo Antônio com certeza não seria, basta pensar que a cachaça é “combustível” para inúmeros divórcios, alias a lei Maria da Penha poderia justificar sua existência principalmente pelo “João da Cachaça”.

Santo Expedito seria um possível suspeito, basta ressaltar as consequências que a cachaça pode causar, muitas literalmente impossíveis de se explicar.

Talvez a cachaça possa ser desfrutada entre Santos, não ignorando o time “Santos”, pois pessoas que dizem torcer ao “peixe” e possuem uma baleia como mascote são no mínimo alienadas, o que poderia ser uma pista do poder de alucinação e obsessão que a “mardita manguaça” deixa para seus fiéis adoradores. Com tanta oferenda, um Santo não daria conta de consumir tudo, somente um time de Santos para tal feito.

Hummm... E se na verdade fosse um discípulo ao invés de um Santo... Trair é comum a Judas, e este fato explicaria várias coisas, por exemplo, ter câncer após compartilhar o corpo com a cachaça, justificaria os incontáveis acidentes de trânsito causados pela suposta parceira de direção, a cachaça. Também daria para entender melhor o porquê da exclusão dos fiéis da “branquinha”, pois Judas leva a fama de egoísta, normal ele querer amigos só para si.

Não se pode ignorar nem mesmo o Deus Haddes, que devido ao seu trono próspero, torna-se um suspeito relevante por ser o grande favorecido da cachaça.

Seria então a cachaça uma bebida infernal? Se observarmos os danos que ela costuma repetidamente causar na sociedade, a hipótese não seria tão absurda.

Por enquanto a descoberta de quem esta se beneficiando da cachaça esta longe de ocorrer, mesmo porque não há interesse aparente por parte de ninguém. Seria talvez um dogma comum a todos os governantes?

...Isso nem Freud deve conseguir explicar!

Enfim, vista como “maldita” ou anestésica para acalmar a dor cotidiana, a cachaça não possuí preconceitos, podendo atingir de forma trágica a vida de qualquer um... E mesmo que o gole do Santo seja respeitado, o beneficiado seja ele quem for não garante proteção alguma aos que fazem à oferta.

Sendo assim, dane-se a vida! Ofertai ao Santo!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

....

Bolsa Lua de Mel

O texto sugere uma crítica ao papel que o jornalista assume quando se condiciona a explorar algo que tenha grande aceitação do público, embora tenha consciência de que seja uma informação inútil.

A informação do suposto programa “bolsa lua de mel” no estado malaio carrega uma irônica critica ao assistencialismo que existe no Brasil, o que serviria de “combustível” para a alienação da população, favorecendo ao desinteresse à informação de qualidade, e contribuindo ao aparente ilimitado comodismo.

Salienta-se através do texto que o assistencialismo muitas vezes desnecessário faz com que as pessoas ignorem as verdadeiras intenções do governo quando oferta tais benefícios.

O jornalista quando diz ter um compromisso para o grande público, ironicamente aparenta ter um discurso político, como se quisesse dizer: - Não me importo em trabalhar duro e quem sabe nem ser reconhecido, mas quero que saibam que tudo que faço é para facilitar sua vida; Ou seja, assim como os governantes o jornalista se beneficia com a pouca exigência ou talvez inteligência da população ao optar pelo mais conveniente a si.

Enfim, Juremir Machado da Silva expõe que a base do problema é o desinteresse da população, e que só mudando o perfil de exigência da mesma, conseguirá por fim ver a informação realmente útil sobressair diante das reais necessidades da nação.

Riscos necessários - redação de português - Tema: Riscos

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Os primeiros riscos normalmente acontecem entre paredes. Embora sejam de forma violenta, resultante da aplicação de força desnecessária, a tentativa de controlar o indomável instrumento requer paciência e treino.
Perante olhos que “transpiram” criatividade, a decodificação de riscos multicoloridos é tão simples quanto desenhar nas nuvens. Nesta fase, o maior risco é ser descoberto por tais riscos.
Com o passar do tempo, o “Fantástico mundo de Bob” começa a ser deixado de lado; A necessidade de aprender riscos que sejam reconhecidos com glória, sem riscos de represaria é uma busca atraente. Neste período, o risco de errar é maior, mas o medo é invisível diante do suposto incentivo recebido.
Soma-se então uma bagagem de riscos, e a união deles fascinam com histórias que “uma vez” aconteceu, e que deixaram “todos felizes para sempre”.
Deslumbrando inúmeros riscos, muitas vezes a pressa do ônibus foi o vilão da total descoberta.
Após tornar-se capaz de decifrar os códigos com seus devidos significados rapidamente, o ônibus deixa de ser platéia; As histórias “evoluem”, e o conhecimento delas sugere grande importância na definição de um aparente futuro de maiores oportunidades.
Mas como fascinar-se por histórias que embora possam ser comprovadas, muitas vezes não deixam de serem inimagináveis? Onde glória e crueldade definem o poder... Histórias que falam da guerra da suposta superioridade do branco contra a “invasão” das cores, onde rosas destroem e muros separam.
Nesse momento muitos riscos são inconvenientes de serem descobertos...
É quando muitos riscos são ignorados, e acredita-se já ter domínio dos riscos convenientemente necessários.
Logo, riscos passam despercebidos... E é nesse instante que o maior dos riscos surge...
O risco de não ter mais interesse de desvendar riscos, acreditando agora somente no “Fantástico mundo da Wikipédia”.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

hoje meu dia foi muitooooooooooooo ruim...
não vou escrever pq... pq não ia me consolar....