Escrever é minha maior paixão, e foi escrevendo que descobri a mim. Porque a forma mais simples de traduzir realmente quem sou é por meio de palavras vindas de mim mesma...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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Eu acho que conhecimento é a chave que abre menos possibilidades de se relacionar, a medida que se começa a ser mais crítico, e conhecer mais áreas, acaba-se querendo se relacionar com pessoas que reflitam na sua personalidade o mesmo conteúdo... E aí mora o perigo...
Deve ser por isso que na maioria das vezes os grandes pensadores morrem de solidão, por causa das drogas, ou por causa dos beneficios q a morte dele representa para quem fica,...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
aula sem função
Soh porque deixamos de traficar negros, não significa que mudamos de comportamento perante os mesmos. Roubamos bem mais que corpos...Pois cada vez que vemos um negro de terno, ainda pensamos que este deve ser um pastor, caso não seja o Obama...
Esta história de que superamos o preconceito é ridículo, ele ficou enraizado em todos, inclusive e principalmente nos próprios negros...
Estão tentando garantir respeito em cima de ideologias que não são colocadas em prática, e a falta de conhecimento faz o povo aderir uma causa que é incapaz de fazer mudar convicções.
Não podem culpar os preconceituosos de hoje, pois nunca vi alguém negar suas heranças....
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Esboço- Trab. de Port.
No discurso de Getúlio Vargas ainda durante o Estado Novo ao assinar a Lei n° 2004: que definia a instituição do monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras, dizia que assim como inicialmente descreram da siderúrgica de Volta Redonda, e que na sua concepção teve uma irrefragável capacidade criadora nacional, a Petrobras seria o marco da independência econômica do Brasil.
Lembrando que Vargas “virou a casaca” como se diz no futebol para “sufocar” sua tendência fascista e assim ser presenteado através do Acordo de Washington pelos EUA com a siderúrgica anteriormente citada.
No presente momento a posição nacional é diferente, são os países do “1° mundo” que disputam preencher os requisitos que o Brasil “impõe”, o que significa para o beneficiado da compra brasileira maiores possibilidades de se recuperar da crise econômica.
A descoberta do pré-sal que é veemente a grande arma nacional atual, principalmente perante a dramática situação na qual se encontram os reais armamentos nacionais, indica um perigo visível diante da maior movimentação militar, que desde a época da ditadura não era vista na América do Sul.
O governo que aparentemente já manifesta pensar em possíveis circunstâncias que atentem a segurança do país deve recordar da sua pouca inteligência nos momentos de adquirir equipamentos bélicos, o que supostamente Luiz Inácio Lula da Silva também desconhece, a julgar a sua falta de ética frente aos países que disputam vender seus produtos, sabendo que nenhum deles tem a inocência e interesse em fornecer tecnologia a um possível concorrente futuro.
Usufruindo de uma platéia que reflete o porquê da caótica situação da Constituição e do Senado nacional, Lula regrediu a uma mentalidade que lembra a “exibida” no início da República.
O slogan que nasceu com a Petrobras era “O petróleo é nosso” é substituído por “O petróleo é todo nosso”, mas será isto suficiente para dar condições ao desenvolvimento favorável da economia brasileira?
Bom... Enquanto o atual presidente doa milhões para países subdesenvolvidos, como se não fizéssemos parte do mesmo grupo, ignora a triste experiência que o Brasil teve na Guerra do Paraguai, quando acreditou que aliar-se a uma superpotência era o bastante para crescer economicamente.
O amadurecimento tardio do Brasil tem sido fruto do despreparo e do exibicionismo dos seus representantes, semeando uma idéia despreocupada na população, proliferando uma ignorância necessária para tal comodismo, diante das supostas “marolinhas”.
Pois, assim como a siderúrgica de Volta Redonda, que foi privatizada posteriormente, mais exatamente no governo Collor, agora para muitos privatizar a Petrobras já é uma necessidade onde a empresa pode deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, devido principalmente à falta de clareza demonstrada quando questionada, para ser de controle público, formado por grupos da sociedade e outros países.
O governo devia preocupar-se mais em “armar-se” de indivíduos pensantes, seria um investimento sábio, embora não tenhamos experiência em relação ao mesmo, seria bom fugir ao convencional hábito nacional de deixar para depois.
domingo, 20 de setembro de 2009
Responsabilidade Global - Texto de Port.
A responsabilidade socioambiental tem sido reforçada pelo apoio de diversas personalidades, desde atletas, como o jogador Ronaldo Nazário que substituiu Renato Aragão (Didi) e passou a ser o embaixador da Unicef; até políticos, como Al Gore que foi vice-presidente de Bill Clinton, e que produziu o documentário “Uma verdade inconveniente”, o qual fala sobre as mudanças climáticas.
Em tempos de desequilíbrio ambiental e de desigualdade crescente, as enchentes se tornaram rotineiras, as doenças respiratórias fatais; tragédias, intolerância e preconceito comuns, perda dos valores familiares e marginalização abundante; onde a conscientização é a base para a mudança socioambiental e uma esperança para a humanidade.
Devido a uma preocupação social e ambiental globalizada, a expansão da ideia de urgência para atingir um maior público sobre a importância de mudar determinadas atitudes, privilegiando o meio socioambiental, tem sido almejada por diversos meios de comunicação, se tornando quase que uma regra para as atuais programações.
Enfim, pessoas dos mais diversos setores têm contribuído para alertar a sociedade sobre os fatos que necessitam receber maior atenção; uma atitude que é sempre bem-vinda, e que favorece a todos.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
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O pré-modernista Lima Barreto em O triste fim de Policarpo Quaresma" faz uma sátira ao nacionalismo exagerado, tendo como peculiaridade o Ecletismo(tendência filosófica resultante).
A obra que teve aprovação unânime da crítica, é dada como um momento de maturidade do autor.
O "romance" aponta o quadro social dos primeiros anos da República, refletida durante a história do Major Policarpo Quaresma, um adorável patriota visionário que ativa a percepção de aglutinar sentimentos contraditórios diante de um "real" contraditório.
O autor, salvo da própria subjetividade amplia e aprofunda seu enfoque social, salienta desde a época de Floriano Peixoto, para reencontrar-se no presente momento.
O ufanista e sonhador protagonista, perante ao seu cotidiano, entra em confronto com a posição de dependência acentuada do país no inicio do século XIX, que é vista por ele como desnecessária frente a abundância de recursos naturais que o Brasil oferece, criticando a distribuição de Poder e da riqueza, a infra-estrutura burocrática e o caráter agro exportador.
O contexto da obra deixa explícito a desigualdade social e demonstra o comportamento exercido pela classe média suburbana sobre a miséria de subproletariado em expansão.
As inter-relações que insere a problemática dos personagens são justificadas na forma de atuação de cada um dos mesmos.
A trajetória de Policarpo Quaresma constata a otimista mentalidade no princípio da República, que durante seu percurso só foi se mostrando inviáveis à alguns setores das classes médias, e a continua marginalização do povo inculto urbano e rural.
A intenção de Quaresma de adotar o Tupi-guarani como língua oficial do Brasil e o momento excêntrico que o major cumprimenta chorando sua visita, assim como faziam os Tupinambás, expõe de forma engraçada e cômica as culturas realmente esquecidas.
Apresenta também a questão agrícola da época, falando do apoio que o governo oferecia para a vinda dos imigrantes europeus, substituindo a mão-de-obra escrava na cultura cafeeira após o declínio da cultura açucareira.
A ideologia que consagra Quaresma é vista pelo autor/narrador com veemente aceitação que ora até leva-nós a questionar se tais idéias seriam do próprio Lima Barreto, como é destacado no seguinte trecho em que o autor intervém dizendo as seguintes palavras: “É raro encontrar homens assim, mas os há e, quando se os encontra, mesmo tocados de um grão de loucura, a gente sente mais simpatia pela nossa espécie, mais orgulho de ser homem e mais esperança na felicidade da raça. (Barreto, L.; 1915. pág.49).
O narrador crítica o positivismo que segundo ele, em nome da ordem comete violência e ferocidades, que na sua ficção é apresentado através da cena da "Matança do Boqueirão", salientando o contexto histórico que aconteceu no período do pré-modernismo no Brasil, no qual teve várias tensões internas, como: A Greve Operária em SP, a Revolta da Chibata e a Revolta da Vacina no RJ, a Guerra do Contestado no PR, Guerra de Canudos na BA entre outras.
O que chama atenção no personagem principal são os hábitos burocráticos, que persistiam mesmo durante as férias, caracterizando-o também como uma pessoa metódica. Sua mania de ler vários jornais diariamente com a finalidade de encontrar alguma notícia curiosa ou sugestão de uma idéia útil à pátria, e que até durante os passeios, Quaresma não se desligava dos problemas que o preocupava relativo à situação do Brasil.
O principal objetivo do major era concretizar suas idéias para auxiliar o crescimento da pátria, que segundo ele, precisava de pequenos melhoramentos para ser superior a Inglaterra, isto porque constatava uma superioridade nacional de nossa realidade geográfica (clima, minerais), natural (animais úteis, frutos) e social (gente hospitaleira e valente).
O estudo da realidade brasileira, transforma o major subsecretário do Arsenal de Guerra num patriota exaltado, a ponto de custar-lhe um internamento num hospício.
O personagem central que no princípio é favorável a Floriano Peixoto, volta-se contra ao governo após sua estada no hospício, que antecede sua prisão, sendo enviado posteriormente para a Ilha das Cobras, onde morreu fuzilado a mando dos dirigentes da República.
O pessimismo e a autocrítica do protagonista perante o fracasso, se vendo num final patético e triste, permanece sonhador a partir de contradições que tragicamente o faz continuar acreditando na humanidade e no futuro dos homens.
Triste fim!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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Ficam em segredo porque se descobertos são incapazes de sobreviver...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Escrito em outubro do ano passado...li ihh pensei... acho que o lugar vago desapareceu...
Sempre me pergunto como nosso am or exagerado ateh, que poderia nos fazer feliz por toda a eternidade e que mesmo assim nos separou...
Não seim mais nada sobre ti, nem te reconheço mais, mas sempre o desejo...
o "nunca mais" agora parece real, o tempo e a distância nos moldou diferentemente, ofereceu chances, oportunidades e experiências diferentes, mas deixou um espaço vago, que numa procurada solidão ainda faz doer...
Não acabou por falta de sentimentos bons e sim por não mais querer...
Como dizia nossa trilha...
Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhando onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
trabalho
Metodologia Científica
Clarisa de Abreu
Tema: Sexo precoce.
Problema: Gravidez indesejada.
Hipóteses: Alienação dos valores familiares.
“...Como nossos pais...”
O sexo precoce nunca foi motivo de problemática para a sociedade, no caso da Alemanha, até induziu e incentivou quando na liderança estava Hitler. Embora não pretendamos nos tornar uma raça soberana, os governantes brasileiros não manifestam interesse algum em diminuir suas grandes investidas na “bolsa família” e nas “ONGs”, supostamente dando incentivo ao estudo aos futuros eleitores.
Não que no princípio no Brasil a iniciação sexual fosse tardia, A diferença é que antes a constituição da família era precoce assim como o sexo, onde prevaleciam valores familiares estipulados na época.
No presente momento o interesse de adquirir quaisquer valores familiares é inexistente, a permissividade que era o escopo da sociedade é usufruída inadequadamente pelos jovens.
A nova geração se esquiva de preconceitos, e inicia sua vida sexual ativa sem pudor algum, ignorando sua própria ignorância em relação ao sexo.
Essa pretensiosa posição causa uma triste realidade, na qual jovens mudam toda sua perspectiva de futuro, para encarar uma gravidez indesejada, que normalmente é procedente de apoio nenhum.
Enquanto normal ao cotidiano do “vizinho”, a gravidez precoce sempre surpreende os pais dos futuros pais.
Mas como seria o “sermão” dos avós?
“-No meu tempo não era assim, hoje você tem “tudo” e não aproveita...”
“-Eu morro de trabalhar para te dar “tudo” e você faz isso”.
Na verdade o “sermão” explica o motivo da “surpresa”.
Em meio à uma tecnologia que o faz crer ter super-poderes, os jovens atuais que se dividem seu tempo com os pais separados, ora tenta entender a nova opção sexual da mãe, ora descobre ter outro irmão por parte de pai, ora tenta ignorar a “cantada” de um padre, ora sente atração pela mais nova “nova” namoradinha do avô, achasse maduro o suficiente para ter uma relação sexual, seja ela com o compreensivo “príncipe encantado”, ou com um sapo que garanta dinheiro e sexo experiência.
E de repente o rebelde sem causas procura um espaço inacessível na agenda ou um intervalo não silencioso durante a novela para contar a “grande novidade”.
Susto... Mas para quem?
Culpados... Quem?
...Quem nunca cantou com Elis Regina o sempre sucesso “Como nossos pais”...
Pois é... Como meu avô dizia: “Se não sabe, não assopra”
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
.....Será
Por exemplo... eu nunca soube o que fazer na vida, sempre pensei em misturar trabalho com diversão, ter tempo para saborear boas músicas e filmes, fazer exercícios e ainda ter um trabalho agradável que desse possibilidades de todos os dias se surpreender de maneira construtiva e que ainda desse grana para suprir todo o resto dos sonhos...
Nunca descobri como fazer isso, a começar com a profissão... Mas de repente hoje a ficha caiu... Quero fazer "tal coisa"... Nunca antes tinha pensado nisto, pra mim foi ateh um golpe baixo, as vezes cheguei a desconfiar que este dia nunca chegasse... Ateh me conformei quando ouvi a música do Bial que dizia "Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam,
aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida.
Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabe"...
Talvez eu não seja mais interessante, mais talvez o interessante é se descobrir depois de se achar interessante em não saber o que fazer... talvez tudo seja interessante...
Agora paro... e penso... o que é interessante para mim...
A resposta disso pode ser qualquer resposta....
Pois não existem respostas erradas, pois há resposta para tudo...
E a minha respostas eu acabo de descobrir...
Embora agora seja mais difícil concretizar, é possível... Porque agora tudo soh dependo soh de mim, em relação a tudo, como se organizar, como se preparar...
O difícil era viver sem objetivos claros, viver no " tanto faz"...
Agora é focar no que diriamos na faculdade, Objeto de estudo, e desvendar todos os seus problemas para compreender-lo.
...Toh com estah música o dia todo na cabeça.......
Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”
Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome
Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
resumo dos 3 livros de sociologia
Nasceu apartir da transição do sistema Feudal para o Capitalismo, no intuito de suprir a necessidade de compreender as novas situações impostas com as transformações da transição.
Embora apresentada formalmente em 1830 na França, a Sociologia já se fazia presente durante a Revolução Industrial(1765) e a Revolução Francesa(1789). E com o aumento expressivo dos indivíduos nas cidades, ficou cada vez mais explícita a sua importância para uma nova organização na sociedade que demonstrava uma moderna tragédia, dando lugar ao aparecimento do proletariado, este que enxergava no socialismo um alternativa de mudança.
Foi então que a sociedade passou a ser objeto de estudo, com vital valor para compreender os problemas dos fenômenos coletivos que afetam a sociedade.
A acumulação de capital é característica peculiar do Capitalismo, resultado do aumento da divisão de trabalho técnico combinado com o maquinismo, responsável por uma produtividade sem precedentes nesta fase, que teve grande influência para as tais mudanças de comportamento da sociedade.
A Ideologia ahistoricamente é entendida como organização sistemática de todos conhecimentos científicos, formando idéias que fazem a prática ser subordinada da teoria.
O amontoado de idéias e teorias não prejudicam a ciência, porque é produzido pelas relações sociais, num contexto histórico, onde ideologia não implica em subjetividade e sim num instrumento de dominação de classe, o qual aponta conceitos antagônicos e teorias contraditórias numa sociedade que inova situações à serem compreendidas, para que estas muitas vezes posteriormente possam ser combatidas.
Tanto a sociologia, como o capitalismo e a ideologia esboçam um processo de transformação na sociedade, resultando na realidade.