Todo mundo fala que conhecimento é a chave de tudo...
Eu acho que conhecimento é a chave que abre menos possibilidades de se relacionar, a medida que se começa a ser mais crítico, e conhecer mais áreas, acaba-se querendo se relacionar com pessoas que reflitam na sua personalidade o mesmo conteúdo... E aí mora o perigo...
Deve ser por isso que na maioria das vezes os grandes pensadores morrem de solidão, por causa das drogas, ou por causa dos beneficios q a morte dele representa para quem fica,...
Escrever é minha maior paixão, e foi escrevendo que descobri a mim. Porque a forma mais simples de traduzir realmente quem sou é por meio de palavras vindas de mim mesma...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
aula sem função
Prefiro escrever bobagem aqui do que assistir a uma palestra sobre cultura africana, discurso hipócrita que deveria motivar os brancos a apreçar a cultura afro, coisa muito idiota... Aceitar cotas universitárias já é uma afirmação de que nem os próprios negros se estimam realmente...
Soh porque deixamos de traficar negros, não significa que mudamos de comportamento perante os mesmos. Roubamos bem mais que corpos...Pois cada vez que vemos um negro de terno, ainda pensamos que este deve ser um pastor, caso não seja o Obama...
Esta história de que superamos o preconceito é ridículo, ele ficou enraizado em todos, inclusive e principalmente nos próprios negros...
Estão tentando garantir respeito em cima de ideologias que não são colocadas em prática, e a falta de conhecimento faz o povo aderir uma causa que é incapaz de fazer mudar convicções.
Não podem culpar os preconceituosos de hoje, pois nunca vi alguém negar suas heranças....
Soh porque deixamos de traficar negros, não significa que mudamos de comportamento perante os mesmos. Roubamos bem mais que corpos...Pois cada vez que vemos um negro de terno, ainda pensamos que este deve ser um pastor, caso não seja o Obama...
Esta história de que superamos o preconceito é ridículo, ele ficou enraizado em todos, inclusive e principalmente nos próprios negros...
Estão tentando garantir respeito em cima de ideologias que não são colocadas em prática, e a falta de conhecimento faz o povo aderir uma causa que é incapaz de fazer mudar convicções.
Não podem culpar os preconceituosos de hoje, pois nunca vi alguém negar suas heranças....
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Esboço- Trab. de Port.
O prejuízo é sempre nosso!!!
No discurso de Getúlio Vargas ainda durante o Estado Novo ao assinar a Lei n° 2004: que definia a instituição do monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras, dizia que assim como inicialmente descreram da siderúrgica de Volta Redonda, e que na sua concepção teve uma irrefragável capacidade criadora nacional, a Petrobras seria o marco da independência econômica do Brasil.
Lembrando que Vargas “virou a casaca” como se diz no futebol para “sufocar” sua tendência fascista e assim ser presenteado através do Acordo de Washington pelos EUA com a siderúrgica anteriormente citada.
No presente momento a posição nacional é diferente, são os países do “1° mundo” que disputam preencher os requisitos que o Brasil “impõe”, o que significa para o beneficiado da compra brasileira maiores possibilidades de se recuperar da crise econômica.
A descoberta do pré-sal que é veemente a grande arma nacional atual, principalmente perante a dramática situação na qual se encontram os reais armamentos nacionais, indica um perigo visível diante da maior movimentação militar, que desde a época da ditadura não era vista na América do Sul.
O governo que aparentemente já manifesta pensar em possíveis circunstâncias que atentem a segurança do país deve recordar da sua pouca inteligência nos momentos de adquirir equipamentos bélicos, o que supostamente Luiz Inácio Lula da Silva também desconhece, a julgar a sua falta de ética frente aos países que disputam vender seus produtos, sabendo que nenhum deles tem a inocência e interesse em fornecer tecnologia a um possível concorrente futuro.
Usufruindo de uma platéia que reflete o porquê da caótica situação da Constituição e do Senado nacional, Lula regrediu a uma mentalidade que lembra a “exibida” no início da República.
O slogan que nasceu com a Petrobras era “O petróleo é nosso” é substituído por “O petróleo é todo nosso”, mas será isto suficiente para dar condições ao desenvolvimento favorável da economia brasileira?
Bom... Enquanto o atual presidente doa milhões para países subdesenvolvidos, como se não fizéssemos parte do mesmo grupo, ignora a triste experiência que o Brasil teve na Guerra do Paraguai, quando acreditou que aliar-se a uma superpotência era o bastante para crescer economicamente.
O amadurecimento tardio do Brasil tem sido fruto do despreparo e do exibicionismo dos seus representantes, semeando uma idéia despreocupada na população, proliferando uma ignorância necessária para tal comodismo, diante das supostas “marolinhas”.
Pois, assim como a siderúrgica de Volta Redonda, que foi privatizada posteriormente, mais exatamente no governo Collor, agora para muitos privatizar a Petrobras já é uma necessidade onde a empresa pode deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, devido principalmente à falta de clareza demonstrada quando questionada, para ser de controle público, formado por grupos da sociedade e outros países.
O governo devia preocupar-se mais em “armar-se” de indivíduos pensantes, seria um investimento sábio, embora não tenhamos experiência em relação ao mesmo, seria bom fugir ao convencional hábito nacional de deixar para depois.
No discurso de Getúlio Vargas ainda durante o Estado Novo ao assinar a Lei n° 2004: que definia a instituição do monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras, dizia que assim como inicialmente descreram da siderúrgica de Volta Redonda, e que na sua concepção teve uma irrefragável capacidade criadora nacional, a Petrobras seria o marco da independência econômica do Brasil.
Lembrando que Vargas “virou a casaca” como se diz no futebol para “sufocar” sua tendência fascista e assim ser presenteado através do Acordo de Washington pelos EUA com a siderúrgica anteriormente citada.
No presente momento a posição nacional é diferente, são os países do “1° mundo” que disputam preencher os requisitos que o Brasil “impõe”, o que significa para o beneficiado da compra brasileira maiores possibilidades de se recuperar da crise econômica.
A descoberta do pré-sal que é veemente a grande arma nacional atual, principalmente perante a dramática situação na qual se encontram os reais armamentos nacionais, indica um perigo visível diante da maior movimentação militar, que desde a época da ditadura não era vista na América do Sul.
O governo que aparentemente já manifesta pensar em possíveis circunstâncias que atentem a segurança do país deve recordar da sua pouca inteligência nos momentos de adquirir equipamentos bélicos, o que supostamente Luiz Inácio Lula da Silva também desconhece, a julgar a sua falta de ética frente aos países que disputam vender seus produtos, sabendo que nenhum deles tem a inocência e interesse em fornecer tecnologia a um possível concorrente futuro.
Usufruindo de uma platéia que reflete o porquê da caótica situação da Constituição e do Senado nacional, Lula regrediu a uma mentalidade que lembra a “exibida” no início da República.
O slogan que nasceu com a Petrobras era “O petróleo é nosso” é substituído por “O petróleo é todo nosso”, mas será isto suficiente para dar condições ao desenvolvimento favorável da economia brasileira?
Bom... Enquanto o atual presidente doa milhões para países subdesenvolvidos, como se não fizéssemos parte do mesmo grupo, ignora a triste experiência que o Brasil teve na Guerra do Paraguai, quando acreditou que aliar-se a uma superpotência era o bastante para crescer economicamente.
O amadurecimento tardio do Brasil tem sido fruto do despreparo e do exibicionismo dos seus representantes, semeando uma idéia despreocupada na população, proliferando uma ignorância necessária para tal comodismo, diante das supostas “marolinhas”.
Pois, assim como a siderúrgica de Volta Redonda, que foi privatizada posteriormente, mais exatamente no governo Collor, agora para muitos privatizar a Petrobras já é uma necessidade onde a empresa pode deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, devido principalmente à falta de clareza demonstrada quando questionada, para ser de controle público, formado por grupos da sociedade e outros países.
O governo devia preocupar-se mais em “armar-se” de indivíduos pensantes, seria um investimento sábio, embora não tenhamos experiência em relação ao mesmo, seria bom fugir ao convencional hábito nacional de deixar para depois.
domingo, 20 de setembro de 2009
Responsabilidade Global - Texto de Port.
Estamos numa fase em que assumir uma responsabilidade socioambiental é uma necessidade global. O chamado merchandising social ou markentig para causas sociais tem sido muito utilizado para atrair a discussão popular sobre problemas que existem na sociedade. Em novelas, por exemplo, podemos lembrar da abordagem sobre o transplante de medula óssea em “Laços de Família”; do Alzheimer em “Senhora do Destino” e mais recentemente a retratação da Esquizofrenia em “Caminho das Índias”.
A responsabilidade socioambiental tem sido reforçada pelo apoio de diversas personalidades, desde atletas, como o jogador Ronaldo Nazário que substituiu Renato Aragão (Didi) e passou a ser o embaixador da Unicef; até políticos, como Al Gore que foi vice-presidente de Bill Clinton, e que produziu o documentário “Uma verdade inconveniente”, o qual fala sobre as mudanças climáticas.
Em tempos de desequilíbrio ambiental e de desigualdade crescente, as enchentes se tornaram rotineiras, as doenças respiratórias fatais; tragédias, intolerância e preconceito comuns, perda dos valores familiares e marginalização abundante; onde a conscientização é a base para a mudança socioambiental e uma esperança para a humanidade.
Devido a uma preocupação social e ambiental globalizada, a expansão da ideia de urgência para atingir um maior público sobre a importância de mudar determinadas atitudes, privilegiando o meio socioambiental, tem sido almejada por diversos meios de comunicação, se tornando quase que uma regra para as atuais programações.
Enfim, pessoas dos mais diversos setores têm contribuído para alertar a sociedade sobre os fatos que necessitam receber maior atenção; uma atitude que é sempre bem-vinda, e que favorece a todos.
A responsabilidade socioambiental tem sido reforçada pelo apoio de diversas personalidades, desde atletas, como o jogador Ronaldo Nazário que substituiu Renato Aragão (Didi) e passou a ser o embaixador da Unicef; até políticos, como Al Gore que foi vice-presidente de Bill Clinton, e que produziu o documentário “Uma verdade inconveniente”, o qual fala sobre as mudanças climáticas.
Em tempos de desequilíbrio ambiental e de desigualdade crescente, as enchentes se tornaram rotineiras, as doenças respiratórias fatais; tragédias, intolerância e preconceito comuns, perda dos valores familiares e marginalização abundante; onde a conscientização é a base para a mudança socioambiental e uma esperança para a humanidade.
Devido a uma preocupação social e ambiental globalizada, a expansão da ideia de urgência para atingir um maior público sobre a importância de mudar determinadas atitudes, privilegiando o meio socioambiental, tem sido almejada por diversos meios de comunicação, se tornando quase que uma regra para as atuais programações.
Enfim, pessoas dos mais diversos setores têm contribuído para alertar a sociedade sobre os fatos que necessitam receber maior atenção; uma atitude que é sempre bem-vinda, e que favorece a todos.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
......
"O triste fim de Policarpo Quaresma”
O pré-modernista Lima Barreto em O triste fim de Policarpo Quaresma" faz uma sátira ao nacionalismo exagerado, tendo como peculiaridade o Ecletismo(tendência filosófica resultante).
A obra que teve aprovação unânime da crítica, é dada como um momento de maturidade do autor.
O "romance" aponta o quadro social dos primeiros anos da República, refletida durante a história do Major Policarpo Quaresma, um adorável patriota visionário que ativa a percepção de aglutinar sentimentos contraditórios diante de um "real" contraditório.
O autor, salvo da própria subjetividade amplia e aprofunda seu enfoque social, salienta desde a época de Floriano Peixoto, para reencontrar-se no presente momento.
O ufanista e sonhador protagonista, perante ao seu cotidiano, entra em confronto com a posição de dependência acentuada do país no inicio do século XIX, que é vista por ele como desnecessária frente a abundância de recursos naturais que o Brasil oferece, criticando a distribuição de Poder e da riqueza, a infra-estrutura burocrática e o caráter agro exportador.
O contexto da obra deixa explícito a desigualdade social e demonstra o comportamento exercido pela classe média suburbana sobre a miséria de subproletariado em expansão.
As inter-relações que insere a problemática dos personagens são justificadas na forma de atuação de cada um dos mesmos.
A trajetória de Policarpo Quaresma constata a otimista mentalidade no princípio da República, que durante seu percurso só foi se mostrando inviáveis à alguns setores das classes médias, e a continua marginalização do povo inculto urbano e rural.
A intenção de Quaresma de adotar o Tupi-guarani como língua oficial do Brasil e o momento excêntrico que o major cumprimenta chorando sua visita, assim como faziam os Tupinambás, expõe de forma engraçada e cômica as culturas realmente esquecidas.
Apresenta também a questão agrícola da época, falando do apoio que o governo oferecia para a vinda dos imigrantes europeus, substituindo a mão-de-obra escrava na cultura cafeeira após o declínio da cultura açucareira.
A ideologia que consagra Quaresma é vista pelo autor/narrador com veemente aceitação que ora até leva-nós a questionar se tais idéias seriam do próprio Lima Barreto, como é destacado no seguinte trecho em que o autor intervém dizendo as seguintes palavras: “É raro encontrar homens assim, mas os há e, quando se os encontra, mesmo tocados de um grão de loucura, a gente sente mais simpatia pela nossa espécie, mais orgulho de ser homem e mais esperança na felicidade da raça. (Barreto, L.; 1915. pág.49).
O narrador crítica o positivismo que segundo ele, em nome da ordem comete violência e ferocidades, que na sua ficção é apresentado através da cena da "Matança do Boqueirão", salientando o contexto histórico que aconteceu no período do pré-modernismo no Brasil, no qual teve várias tensões internas, como: A Greve Operária em SP, a Revolta da Chibata e a Revolta da Vacina no RJ, a Guerra do Contestado no PR, Guerra de Canudos na BA entre outras.
O que chama atenção no personagem principal são os hábitos burocráticos, que persistiam mesmo durante as férias, caracterizando-o também como uma pessoa metódica. Sua mania de ler vários jornais diariamente com a finalidade de encontrar alguma notícia curiosa ou sugestão de uma idéia útil à pátria, e que até durante os passeios, Quaresma não se desligava dos problemas que o preocupava relativo à situação do Brasil.
O principal objetivo do major era concretizar suas idéias para auxiliar o crescimento da pátria, que segundo ele, precisava de pequenos melhoramentos para ser superior a Inglaterra, isto porque constatava uma superioridade nacional de nossa realidade geográfica (clima, minerais), natural (animais úteis, frutos) e social (gente hospitaleira e valente).
O estudo da realidade brasileira, transforma o major subsecretário do Arsenal de Guerra num patriota exaltado, a ponto de custar-lhe um internamento num hospício.
O personagem central que no princípio é favorável a Floriano Peixoto, volta-se contra ao governo após sua estada no hospício, que antecede sua prisão, sendo enviado posteriormente para a Ilha das Cobras, onde morreu fuzilado a mando dos dirigentes da República.
O pessimismo e a autocrítica do protagonista perante o fracasso, se vendo num final patético e triste, permanece sonhador a partir de contradições que tragicamente o faz continuar acreditando na humanidade e no futuro dos homens.
Triste fim!
O pré-modernista Lima Barreto em O triste fim de Policarpo Quaresma" faz uma sátira ao nacionalismo exagerado, tendo como peculiaridade o Ecletismo(tendência filosófica resultante).
A obra que teve aprovação unânime da crítica, é dada como um momento de maturidade do autor.
O "romance" aponta o quadro social dos primeiros anos da República, refletida durante a história do Major Policarpo Quaresma, um adorável patriota visionário que ativa a percepção de aglutinar sentimentos contraditórios diante de um "real" contraditório.
O autor, salvo da própria subjetividade amplia e aprofunda seu enfoque social, salienta desde a época de Floriano Peixoto, para reencontrar-se no presente momento.
O ufanista e sonhador protagonista, perante ao seu cotidiano, entra em confronto com a posição de dependência acentuada do país no inicio do século XIX, que é vista por ele como desnecessária frente a abundância de recursos naturais que o Brasil oferece, criticando a distribuição de Poder e da riqueza, a infra-estrutura burocrática e o caráter agro exportador.
O contexto da obra deixa explícito a desigualdade social e demonstra o comportamento exercido pela classe média suburbana sobre a miséria de subproletariado em expansão.
As inter-relações que insere a problemática dos personagens são justificadas na forma de atuação de cada um dos mesmos.
A trajetória de Policarpo Quaresma constata a otimista mentalidade no princípio da República, que durante seu percurso só foi se mostrando inviáveis à alguns setores das classes médias, e a continua marginalização do povo inculto urbano e rural.
A intenção de Quaresma de adotar o Tupi-guarani como língua oficial do Brasil e o momento excêntrico que o major cumprimenta chorando sua visita, assim como faziam os Tupinambás, expõe de forma engraçada e cômica as culturas realmente esquecidas.
Apresenta também a questão agrícola da época, falando do apoio que o governo oferecia para a vinda dos imigrantes europeus, substituindo a mão-de-obra escrava na cultura cafeeira após o declínio da cultura açucareira.
A ideologia que consagra Quaresma é vista pelo autor/narrador com veemente aceitação que ora até leva-nós a questionar se tais idéias seriam do próprio Lima Barreto, como é destacado no seguinte trecho em que o autor intervém dizendo as seguintes palavras: “É raro encontrar homens assim, mas os há e, quando se os encontra, mesmo tocados de um grão de loucura, a gente sente mais simpatia pela nossa espécie, mais orgulho de ser homem e mais esperança na felicidade da raça. (Barreto, L.; 1915. pág.49).
O narrador crítica o positivismo que segundo ele, em nome da ordem comete violência e ferocidades, que na sua ficção é apresentado através da cena da "Matança do Boqueirão", salientando o contexto histórico que aconteceu no período do pré-modernismo no Brasil, no qual teve várias tensões internas, como: A Greve Operária em SP, a Revolta da Chibata e a Revolta da Vacina no RJ, a Guerra do Contestado no PR, Guerra de Canudos na BA entre outras.
O que chama atenção no personagem principal são os hábitos burocráticos, que persistiam mesmo durante as férias, caracterizando-o também como uma pessoa metódica. Sua mania de ler vários jornais diariamente com a finalidade de encontrar alguma notícia curiosa ou sugestão de uma idéia útil à pátria, e que até durante os passeios, Quaresma não se desligava dos problemas que o preocupava relativo à situação do Brasil.
O principal objetivo do major era concretizar suas idéias para auxiliar o crescimento da pátria, que segundo ele, precisava de pequenos melhoramentos para ser superior a Inglaterra, isto porque constatava uma superioridade nacional de nossa realidade geográfica (clima, minerais), natural (animais úteis, frutos) e social (gente hospitaleira e valente).
O estudo da realidade brasileira, transforma o major subsecretário do Arsenal de Guerra num patriota exaltado, a ponto de custar-lhe um internamento num hospício.
O personagem central que no princípio é favorável a Floriano Peixoto, volta-se contra ao governo após sua estada no hospício, que antecede sua prisão, sendo enviado posteriormente para a Ilha das Cobras, onde morreu fuzilado a mando dos dirigentes da República.
O pessimismo e a autocrítica do protagonista perante o fracasso, se vendo num final patético e triste, permanece sonhador a partir de contradições que tragicamente o faz continuar acreditando na humanidade e no futuro dos homens.
Triste fim!
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
....
Os sentimentos mais sinceros guardamos em segredo...
Ficam em segredo porque se descobertos são incapazes de sobreviver...
Ficam em segredo porque se descobertos são incapazes de sobreviver...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Escrito em outubro do ano passado...li ihh pensei... acho que o lugar vago desapareceu...
Neste exato momento e inúmeros outros eu quis estar na sua presença...
Sempre me pergunto como nosso am or exagerado ateh, que poderia nos fazer feliz por toda a eternidade e que mesmo assim nos separou...
Não seim mais nada sobre ti, nem te reconheço mais, mas sempre o desejo...
o "nunca mais" agora parece real, o tempo e a distância nos moldou diferentemente, ofereceu chances, oportunidades e experiências diferentes, mas deixou um espaço vago, que numa procurada solidão ainda faz doer...
Não acabou por falta de sentimentos bons e sim por não mais querer...
Como dizia nossa trilha...
Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhando onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
Sempre me pergunto como nosso am or exagerado ateh, que poderia nos fazer feliz por toda a eternidade e que mesmo assim nos separou...
Não seim mais nada sobre ti, nem te reconheço mais, mas sempre o desejo...
o "nunca mais" agora parece real, o tempo e a distância nos moldou diferentemente, ofereceu chances, oportunidades e experiências diferentes, mas deixou um espaço vago, que numa procurada solidão ainda faz doer...
Não acabou por falta de sentimentos bons e sim por não mais querer...
Como dizia nossa trilha...
Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhando onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
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