terça-feira, 8 de dezembro de 2009

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Esta semana estou em estado vegetativo... soh estudarei e farei o básico para as necessidades fisiológicas... Mais ou menos uma semana em condições hippieônicas de decoreba profunda...

Minha prova é domingo, toh ateh que confiante, embora tenha 120 canditados por vaga.
Não sei se é porque sou otimista ou arrogante nada humilde, sei lá... Também no final das contas não faz diferença em MErda nenhuma...rsrsrs
O primeiro semestre da faculdade já era, não sei se soma-se 6 meses de aprendizagem ou menos 6 meses de blablablá...

Hummm... acho que o blablabla venceu!

Vou voltar a estudar, e parar de perder tempo contemplando blablablas...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

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Ehhhh... fim de ano tah chegando! o que fazer da vida?

Texto final - ohhh dificuldade

Universidade da Percepção

O mais inovador modelo de ensino superior inaugura um avançado e diferencial sistema
de aprendizagem, para ocupar a necessidade emergencial de suprir a enorme carência da humanidade. Está disponível a todos que possuem bom senso e disponibilidade de tempo, para mergulhar em si mesmo, e assim garantir sucesso.
A Universidade da Percepção, como foi batizada, possui ilimitadas vagas, mas tem o vestibular mais rigoroso já existente. Nela, todos são tratados de forma igualitária: pessoas iguais são tratadas de forma igual, e pessoas desiguais de forma desigual.
O “eu” de cada um, ao entrar na universidade será respeitado, permitindo que todos possam atingir seus objetivos, tanto quanto não ser cobaia da cegueira conveniente. Isso porque, os olhos servirão como uma ferramenta de sensibilidade, e não de prazer consolador. Onde a retina deverá registrar imagens, e a consciência se encarregará em armazenar todo o conhecimento extra-sensorial adquirido.
É importante salientar que o novo modelo de universidade tem a pesquisa experimental como base para ampliar a percepção, ou seja, é imprescindível praticar a vida. Sendo contra-indicado para pessoas impacientes, pois a aprendizagem requer exercício diário de serenidade, para gradativamente obter sensatez na maneira de pensar e posteriormente agir.
Assim como outros ambientes de aprendizagens convencionais, na Universidade da Percepção também se exige materiais para aprofundar o conhecimento. Neste caso, serão substituídos pelos sentidos: Olfato, Audição, Tato, Gustação e Visão.
O Olfato possibilitará lembrar através do cheiro, podendo desenvolver sensações imediatamente. Ele deverá recordar situações agradáveis ou de alerta, facilitando a reconstituição de acontecimentos que tenham sido marcantes.
A Audição será um instrumento para compreensão da importância do silêncio, e terá a difícil missão de fazer a triagem da relevância da parte descritiva dos sons captados. Conscientemente se absorverá informações que fortaleçam a evolução do “eu”, ignorando as ideias das improváveis hipóteses.
O Tato servirá de transporte para os sentimentos, permitindo gestos concretos de emoção, após qualquer tipo de estímulo; mas que pode ser “castigado” por meio da consciência. Embora que os gestos sejam sempre baseados na visão, ou da falta dela; o sentimento tátil é quem vai expor e divulgar a capacidade de empatia, tolerância e entendimento na administração das sensações.
A Gustação se limitará em distinguir o gosto. Ensinando a saborear o doce e a reconhecer o amargo, para assim transmitir algum tipo de experiência oralmente de maneira realmente estimulante. Desta forma a empatia será retratada com um código capaz de agregar algum tipo de conhecimento relevante adiante.
A Visão é quem requer maior atenção. Por intermédio dela é que se terá o poder de enxergar os problemas, gerando a verdadeira independência para se alcançar um grande empreendimento futuro. Para esse sentido extraordinário ser benéfico para a evolução da percepção, é indispensável não viciar a visão com o hábito, oferecendo todos os dias uma nova forma de deslumbramento e descobrimento, que não precisa ser exatamente de algo novo.
A Universidade da Percepção surgiu para resgatar e comprovar que a capacidade de cada “eu” é que define a condição estrutural final diante das contradições que a sociedade oferece. Sendo uma instituição que fabrica os inconfundíveis gênios, ou seja, pessoas que ampliam sua percepção a partir do conhecimento adquirido pela prática da vida, e que por conta disso, têm a capacidade de se diferenciar favoravelmente perante a humanidade.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

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Apatia total hoje... Ou seja, nada para escrever!!!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ohhhhhhh musiquinha boa!!!!!!!

"Telhado de paris" - Almir Sater

Venta Ali se vê
Aonde o arvoredo
Inventa um ballet
Enquanto invento aqui pra mim
um silêncio sem fim
Deixando a rima assim
sem mágoas, sem nada
Só uma janela em cruz
E uma paisagem tão comum
Telhados de Paris
Em casas velhas, mudas
Em blocos que um engano fez aqui
Mas tem no outono uma luz
Que acaricia essa dureza cor de giz
Que me estranha, mas não sabe se é feliz
E não entende quando eu grito
Eu tenho os olhos doidos, doidos, doidos
doidos, doidos, doidos, doidos
Meus olhos doidos, doidos, doidos,
doidos, doidos, doidos
São doidos por ti
O tempo se foi
há tempos que eu já desisti
Dos planos daquele assalto
de versos retos, corretos
E o resto de paixão, reguei
Vai servir prá nós
E o doce da loucura
E teu, é meu
Prá usar a sós

Eu tenho os olhos doidos, doidos, doidos
doidos, doidos, doidos, doidos, já vi, mon cherri
Meus olhos doidos, doidos, doidos,
doidos, doidos, doidos
São doidos por ti
Venta Ali se vê
Aonde o arvoredo
Inventa um ballet
Enquanto invento aqui pra mim
um silêncio sem fim...

!!!!!!!!

Não sei o que é pior?
Me odiar por amar alguém, ou, não me amar por amar alguém...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

gosto de escrever escutando músicas que se fazem triste quando eu as escuto, daí fico escrevendo palavras soltas....

A canção era suave...
Teu cheiro... Boas lembranças!
Brinquei com seus cabelos
Mordi seus lábios...
O seu olhar era minha estrela predileta.

Anjos abençoavam...
Cadê você agora?
Eu quero estar em seus pensamentos
seu corpo não mais me interessa.
Tua alma me pertence...
E agora saiba que estas livre para ir...

Do fundo da minha alma...rsrsrs

Quando a chuva molha o chão e os teus lábios condenam meus pensamentos, tudo se transforma em nada, e nada resta se não querer tudo...
Quando lágrimas escorrem sem pudor no meu rosto, e na boca se fazem salgadas, nada substitui o tudo, e tudo que resta é contentar-se com o nada...

O dia em que a luz acabou!

“Apagão” é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica frequente, como blecautes de maior duração; debutou no Brasil e ganhou enorme popularidade nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso; causando o “escândalo do apagão”, motivando uma crise nacional. Na época, o presidente foi incansavelmente responsabilizado pela falta de planejamento e investimento para a geração de energia no país.
Se nos anos de 2001 e 2002, FHC se referisse aos fatos que provocavam a falta de energia como “micro incidente”, teria sido no mínimo acariciado por um rolo compressor. “Sorte” que o clima emocional é outro, pois “os brasileiros” agora além de ter petróleo; Copa do Mundo em 2014; Olimpíadas em 2016; aumento no Bolsa família, também aderiram uma “surpreendente”, ilimitada e inacreditável compreensão para com “os companheiros”.
Com uma percepção “Lulistica”, podemos dizer que agora importamos “marolinhas”, e estamos convencidos que o Brasil é uma potência, capaz até de exportar “apagão”.
Na terça-feira passada, durante um “micro incidente”, modelos contendo as últimas tecnologias no que se referem a aparelhos celulares, serviram de lanterna para a população se guiar para seus lares. Iluminação que não foi suficiente para encontrar Dilma Vana Rousseff, causando preocupação para o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que abandonado teve que romper a faixa... Digo... Romper o silêncio, e inaugurar o “multiapagão” sozinho.
A escuridão transnacional criou uma preocupação linguística, necessitando de uma nova dinâmica para classificar corretamente os diferentes “micros incidentes”; seria mais ou menos assim: Blecaute (sinônimo de apagão – racionamento voluntário de energia elétrica, criado por FHC); Megablecaute (Mega apagão – apoio forçado ao Protocolo de Kyoto – observação: não ocorre na China e nos EUA); e os Gigablecautes (Giga apagão – protesto divino após Galileu... Ops... Digo, o herege Lula dizer que a Terra é redonda).
O jornal americano The New York Times, usando uma fotografia copiada da manchete do jornal Zero Hora, que mostrava a praia de Copacabana às escuras; acompanhado pelo site espanhol El País, e o jornal argentino Clarín; apenas se limitou a noticiar o enorme contingente de pessoas “beneficiadas” com o “apagão”, fazendo uma propaganda modesta do PIB (Produto Inexplicável Brasileiro – observação: not made in Paraguay ).
Pena que o Paraguai não possui equipamentos bélicos para vender para o Brasil, pois uma reportagem feita pelo ABC Color (emissora paraguaia) chamada de “Ciberpiratas en apagón” ajudou a fazer a publicidade do “PIB” internacionalmente, favorecendo uma especulação internacional imediata, após reforçar a vulnerabilidade da energia no Brasil; uma atitude que merece um estreitamente de amizade com os paraguaios, ou pelo menos facilidades na venda do apagão (pagamento em prestações quem sabe!).
Segundo a “Ciberpiratas en apagón”, por intermédio de um suposto ex-agente da CIA (também ex-funcionário do Domingo Legal), revelasse a grande possibilidade de hackers terem sido responsáveis pelos apagões de 2005 e 2007 no Brasil. Essa hipótese, de hackers serem os responsáveis pela falta de luz em vários estados brasileiros e principalmente na capital Assunção e Ciudad del no Paraguai, foi considerada por muitos sites internacionais, como: Bloomberg, Sky News, National Public Radio e Wall Street Journal.
A insinuação que a reportagem paraguaia fez, não durou, e caiu por terra como um raio; ou melhor, sendo substituída por um raio à culpa pelo tal apagão. O que foi justo... Só porque existiram deflagrações no sistema elétrico do Afeganistão e Iraque durante as guerras; e que durante este ano, sites da Casa Branca, Departamento de Estado e Pentágono foram retirados do ar pelos piratas da Internet; não significa que o Brasil possa estar vulnerável a estes irrelevantes acontecimentos. Talvez quem fez a reportagem pense que o Rio de Janeiro esteja em Guerra; pura falta de informação.
O efeito dominó causado pela “queda” simultânea de três linhas de energia, além de atingir 18 estados brasileiros, diminuiu a luz do fim do túnel do PT (Partido dos Trabalhadores), que era mantida acessa por Dilma V. Rousseff; Ministra que temendo a tempestade de raios, abandonou o posto de guardião da luz após deduzir que havia acontecido um “curto-circuito” (nota-se que mesmo abalada, a ministra não deixa de usar uma linguagem petista, diminuindo um pouquinho os acontecimentos para não preocupar a população); assustada, nem se importou com o telhado do PT que era destruído por forte granizo e se escondeu das terríveis forças atmosféricas.
Dilma, coitada, frágil e demonstrando sérios traumas psicológicos após finalmente ser encontrada pela “terrível” mídia, apresentou agressividade, mas mesmo assim conseguiu aclarar a tranquilizar a todos com informações incontestáveis.
A mídia, mesmo tendo conhecimento que para o presidente petista, o copo esta sempre meio cheio, e nunca meio que esvaziando, publicou as palavras do positivista Lula: “Se o sistema é robusto como nós acreditamos que seja, [...] por que então nós tivemos este desastre.” (se prestar atenção, notará que a frase esta um pouco distorcida pela implacável mídia; repare que o “nóis” é substituído por nós...). Ah... O presidente não parou por ai; além de mostrar enorme indignação, após impressionante esforço para esquecer o “mensalão” e a crise do senado, ampliou ainda mais o seu sempre crescente prestígio, e acrescentou pioneiramente e surpreendendo a todos que: “A Terra é redonda”.
Bom... Como eu não nasci amarela; logo não faço parte da família do Homer Simpson; então, tenho uma hipótese bem mais racional sobre os fatos ocorridos, e acredito que as chances dela ser aceita são muito grandes. É o seguinte... Penso que provavelmente o apagão se deu devido a radiação proveniente de Kripton, com o propósito de afetar o Superman (traduzindo da linguagem cibernética – PT), lançando brutalmente inúmeros heróis voadores sobre torres de energia na terra, proporcionando pequenininhos incidentes no reino da fantasia. A “Mulher Maravilha” vulga Dilma, enfraquecida se perdeu durante 40 horas e foi encontrada nervosa e atormentada; já o “Goku”, também cariosamente chamado de “Lobão”, se desequilibrou e caiu da nuvem, ficando tonto por horas após a queda. Mas nada mais sério que isso ocorreu, pois Zeus, mesmo tendo apenas quatro dedos, está convencido que é capaz de lançar raios e destruir Kripton; e já tem até um potente grito de guerra para assustar a todos: “Viadutos, raios que os partam!” (os hackers foram incapazes de decodificar a linguagem cibernética utilizada).
Enfim, embora minha hipótese não seja reconhecida por jornalecos internacionais, pelo menos serve para desagradar meu avô, pois ele sempre dizia: “Se não sabe, não assopra”.



Clarisa de Abreu
Turma VI - Jornalismo

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pensamento Insustentável

O Protocolo de Kyoto é um acordo internacional que estabelece metas de redução de gases poluentes para os países industrializados. O protocolo foi finalizado em 1997, baseado nos princípios de Tratados da ONU sobre Mudanças climáticas, de 1992; mas entrou em vigor somente em 16 de fevereiro de 2005.
Os cientistas que estudam o clima se dividem em dois grupos: os que defendem, e os que desacreditam no acordo. Pois o acordo sugere uma redução de 5% nos países industrializados, o que para a grande maioria dos cientistas o corte deveria de ser de 60%. Para alguns poucos cientistas, o protocolo é defendido e dado como importante, pelo fato de estabelecer linhas gerais para futuras negociações sobre o clima, mesmo aparentando praticamente um impacto inútil em relação a critica situação climática.
Os EUA – País que emite mais que um quarto dos gases com efeito estufa do mundo, se retirou do Protocolo de Kyoto em 2001, devido ao presidente George W. Bush alegar que a implementação prejudicaria a economia do país, se tornando um dos grandes obstáculos para se atingir o objetivo idealizado e sugerido pelo protocolo.
Sendo assim, o Protocolo de Kyoto que necessitaria reunir os responsáveis por pelo menos 55% das emissões, deixa evidente que mesmo que não seja o suficiente para evitar drásticas mudanças climáticas; é o suficiente para provar que a maior dificuldade ou problema é conseguir conscientizar as diferentes sociedades sobre a necessidade de haver um desenvolvimento sustentável.

Intocável

Mesmo sem ter hora certa para chegar, ele sempre chega. Ignora idade e objetividade. Encontra-se em toda parte e se localiza em lugar nenhum. Insaciável e explosivo. Inesperado e esperado. Pode demorar a chegar, mas certamente em algum momento da vida de cada um, ele passará e deixará algum tipo de marca; ou talvez cicatrizes, tamanha sua intensa grandiosidade.
Quando o coração estiver em êxtase; ora se acreditará estar no paraíso, ora se pensará estar no inferno; então, o excesso contra a falta poderá desconhecer o limite do ilimitado sentimento que é o Amor.
Com o coração em erupção, descobre-se que as sensações bem como as diversas formas de expressá-las são intermináveis.
Perdido em um mundo desconhecido, lentamente se aprende que nunca se sabe de nada. E então o pouco se engrandece, onde um olhar pode indicar futuro e um beijo o fim.
Enfim, variedades de histórias clamam por sua presença, sempre com introdução, talvez desenvolvimento, e certamente um fim.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Trabalho de Português

Livro: “A vida que ninguém vê”
Autora: Eliane Brum

“A vida que ninguém vê” já havia sido ensaiada numa histórica série de reportagens sobre a Coluna Prestes em 1993, onde Eliane Brum expõe fielmente o cenário ocorrido 70 anos antes, mostrando o lado nada heróico do ocorrido.
Praticamente intimada por Marcelo Rech, Eliane em 1998 aceita o convite para escrever crônicas da vida real. O que resultou 46 colunas, que durante 11 meses “vitaminaram” a edição de sábado do jornal Zero Hora, onde a autora já era consagrada, principalmente por apresentar textos que eram um misto de crônica, reportagem e coluna.
Em 2000, Eliane deixa o Rio Grande do Sul, levando na bagagem o Prêmio Esso de Jornalismo – Regional Sul de 1999, para ir trabalhar na revista Época.
Em 2006, para a felicidade geral dos seus fãs, surge o livro “A vida que ninguém vê”, contando histórias de pessoas comuns, que retrata vidas de pouco reconhecimento de forma incomum, pois a sensibilidade extra-sensorial da autora não permite escapar nada, tudo é absorvido e transmitido de maneira subjetiva e suavemente irônica.
A empatia da colunista, ou cronista, ou ainda repórter, proporciona uma viagem a “mundos” desconhecidos, permitindo ao leitor ter a possibilidade de visualizar o que muitas vezes é incapaz de ver ou de imaginar.
Eliane Brum, entre a tragédia e o desmerecimento, escolhe o subjetivo equilíbrio; e lentamente faz com que pessoas invisíveis assumam um formato perceptível, fascinando, tamanho a grandiosidade exaltada de cada vida.
Acredito que a Teoria da Culpabilidade de Jean Paul Sartre é totalmente ignorada por Eliane, pois é impossível ter prazer diante da sutil escolha de cada adjetivo que desenha delicadamente as contradições que o mundo oferece diante de cada protagonista.
A história de um doce velhinho, que havia sido vítima do holocausto e que morava na época em Porto Alegre, onde trabalhava fazendo comerciais, vendendo a imagem de seu rosto angelical, que sobreviveu mesmo presenciando o lado desumano dos Homens; foi a crônica que mais me chamou atenção, principalmente pela perfeita descrição do protagonista, pois ler “Cabelos de neve, barba de merengue” no princípio do texto é o suficiente para a imaginação “pisar” no acelerador.
Personagens como o “Sapo” remetem não só a cegueira coletiva, como também a capacidade adquirida de quem seria a vítima, em aceitar com veemente esmero o “papel” degradante que a sociedade insiste em deixar vago.
Em “O Menino do Alto” se poupa detalhes sobre o personagem, que deveria ser central para os olhos dos leitores, mas que impacta tão rapidamente que nem o nome deixa escapar. A suposta falta de intimidade reflete a ideia de que todos sabem da existência do “menino”, o que não bastaria para mudar a situação.
Em “O Conde Decaído”, nem o concreto foge da visão de Eliane, que ao contrário da história anteriormente citada, o Conde é reconhecido pelo nome e um sobrenome que relembra um passado de glória, e nem com isso consegue obter um merecido respeito da sociedade.
A história de Camila em poucas palavras poderia ser resumida numa frase: - O aborto diário da sociedade. Entre a inocência ferida e a frágil esperança, a jornalista escolheu a ironia, e não fechou a janela para a tragédia repetidamente ignorada nas ruas de Porto Alegre.
“O exílio” é a crônica mais “pesada” na minha percepção, pois do começo ao fim, ou do fim ao ponto final, mostra a ausência do viver até o deixar a vida. A sensação de vazio e incapacidade é literal nos personagens.
Em “Adail quer voar”, já se pode dizer que a felicidade sobressaí perante qualquer contradição que a vida possa oferecer. “Õ, negão” como é chamado carinhosamente pelos segundo ele (Adail), “doutores”; é aquele tipo de pessoa que faz qualquer um se questionar: “O cara tem uma vida desgraçada e como pode viver distribuindo sorrisos?”. Eu não sei se foi pelo indiscutível carisma, mas Adail garantiu duas crônicas nas páginas do livro de Eliane, onde na primeira encantou com seus sonhos, e na segunda conquistou mais que pessoas, “Ô Negão” conquistou o tão esperado voo de avião.
“A história de um olhar” é a primeira crônica sequencial do livro, onde se mostra como salvar um “mundo”, neste caso, o mundo de Israel, que segundo o senso comum era desregulado das ideias, o que não foi obstáculo para a professora Eliane ter a sua própria verdade. Neste conto possui um dos trechos mais perfeitos, se é que o perfeito pode ser reconhecido:
O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui. (BRUM, E. “A vida que ninguém vê”. 2006. p.22)

“Um Certo Geppe Coppini” retrata a vida do sempre isento e esperto morador de Anta Gorda, cidade onde Geppe costumava marcar presença em todos os eventos, de velório à casamento. A irreverência do protagonista garante frases que fazem um cortejo à loucura, como por exemplo: “Nem o Diabo quer a metade”, “Se quiser cortar lenha, corta. Eu me vou porque se o governo me descobre trabalhando me corta o soldo”.
“Enterro de pobre” acredito que seja contada propositalmente de forma quase que como “mais uma notícia”, ou melhor; não se insinua sentimento algum, como se pobre não os tivesse; e tamanha é a brutalidade do cotidiano dos sobreviventes que o texto mesmo que revelando apenas fatos, é possível sentir indignação por trás das palavras que denotam a realidade.
“O Colecionador de almas sobradas” conta a vida de Oscar Kulemkamp, um arquiteto dos restos e sobras de vidas consumidoras. Trabalhando como garçom quase que maior parte de seus 85 anos, Oscar também servia como combatente do esquecimento, reinventando o mundo que lhe restou, tecendo sua colcha de retalhos com a vida dos outros.
Em “O cativeiro”, no princípio fala da fuga de um macaco chamado Alemão, que após conseguir a tão “tentada” liberdade, assume uma postura de outro animal, sendo mais uma vítima do meio, e abrindo mão da liberdade para se comportar como homem. A crônica também oferece passaporte a uma visita ao zoológico de Sapucaia do Sul, sem glamour e sem volta, proporcionando uma análise do cotidiano ao mostrar que os animais em cárcere se humanizam, e regridem ao comportamento padronizado da sociedade.
Na crônica “Eva contra as almas deformadas” revela-se a ironia dos requisitos para ser uma vítima; Eva não foi “a coitada” como apontavam, embora sofresse com a sentença do preconceito e da intolerância da humanidade; expondo que as vítimas foram quem acreditou que o requisito que condena é a imperfeição.
“O gaúcho de cavalo-de-pau” conta uma história que poderia entrar para o folclore riograndense. Vanderlei, o Dom Quixote de bombacha, busca as coxilhas da Expointer desde que as descobriu, é visto como louco até perante o olhar das vacas premiadas, mas ninguém em sã consciência teria a petulância de dizer que falta autenticidade ao ver o peão insano a trote na garupa de uma vassoura.
O livro “A vida que ninguém vê” de Eliane Brum é o resultado da prática de sua frase: “metade (talvez menos) de uma reportagem é o dito, a outra o percebido. O olhar é um ato de silêncio”. Alias várias frases de Eliane são sensivelmente extravagantes, como: “Tudo que somos de melhor é resultado do espanto”; “Olhar dá medo porque é risco”; “Se estivermos realmente decididos a enxergar não saberemos o que vamos ver”; “Tudo é um jeito de olhar”; “Cada um é único, uma padrão que não se repete no universo”; “Se de perto ninguém é normal, de perto ninguém é herói”.
Enfim, em meio “A voz” que ensandece, e os protestos de “Frida”, Eliane Brum esbanja criatividade no uso gentil das palavras. A autora não só escreve o que não foi supostamente enxergado, ela traduz com palavras sentimentos que ninguém costuma aparentemente sentir. Pois o livro expõe o não-fato, a antinotícia, os anonimatos, os desacontecimentos; sugerindo o absolutamente extraordinário, mergulhando no invisível; transformando a retina viciada; não colocando a culpa na indiferença justificada; desviando do herói e chegando ao Homem.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

&

Hoje passei a manhã estudando em casa, a tarde estudando na biblioteca municipal e a noite vou para a faculdade, adivinha fazer o que?
.... é... a vida é muito louca, e pior que dah várias voltas e tal, ou ihh pahhh.....
rsrsrs
Agora a noite me bateu uma vontade de estar nos pampas, sentar na varanda com a família perturbando ao redor, tomar um mate por enquanto que nada acontece.....
Ehhhh saudade

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

músiquinha agradável de se escutar - "Aonde quer chegar"

á são quase 5 da manhã
Por que ainda insiste?
Faz muito tempo
Que não tenho o que dizer

Ando aqui pensando em nós dois
Será que temos tempo?
Te fiz promessas
Que não posso apagar

Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar

Olha o que fez
Perdeu-se outra vez
Não sabe
Aonde quer chegar
Aonde quer chegar

Já são quase 7 da manhã
Por que não se decide?
Joguei minhas fichas
Há muito tempo atrás

Logo você
Que dizia saber
Não sabe
Aonde quer chegar

Olha o que fez
Perdeu-se outra vez
Não sabe
Aonde quer chegar
Aonde quer chegar

Ja são quase 9 da manhã...

Banda Moptop

Do Céu ao Inferno

Dane-se Baco! Ofertai ao Santo!

Antes de usufruir da embriagante fórmula da cachaça, oferta-se ao Santo. Logo, fiéis consumidores podem anestesiar suas supostas amargas vidas, com o produto resultante da doce cana-de-açúcar.

Mas afinal, quem é o tal Santo cachaceiro?

Bom... São Longuinho seria um fraco suspeito, pois encontrar o lar é sempre difícil após ingerir a acessível “água que passarinho não bebe”, e outra, se fosse ele o “beberão” não teria nexo o presidente “Lula” não ter ainda encontrado seu dedo mínimo, e muito menos partidários eficientes, seria muita petulância por parte do Santo.

Santo Antônio com certeza não seria, basta pensar que a cachaça é “combustível” para inúmeros divórcios, alias a lei Maria da Penha poderia justificar sua existência principalmente pelo “João da Cachaça”.

Santo Expedito seria um possível suspeito, basta ressaltar as consequências que a cachaça pode causar, muitas literalmente impossíveis de se explicar.

Talvez a cachaça possa ser desfrutada entre Santos, não ignorando o time “Santos”, pois pessoas que dizem torcer ao “peixe” e possuem uma baleia como mascote são no mínimo alienadas, o que poderia ser uma pista do poder de alucinação e obsessão que a “mardita manguaça” deixa para seus fiéis adoradores. Com tanta oferenda, um Santo não daria conta de consumir tudo, somente um time de Santos para tal feito.

Hummm... E se na verdade fosse um discípulo ao invés de um Santo... Trair é comum a Judas, e este fato explicaria várias coisas, por exemplo, ter câncer após compartilhar o corpo com a cachaça, justificaria os incontáveis acidentes de trânsito causados pela suposta parceira de direção, a cachaça. Também daria para entender melhor o porquê da exclusão dos fiéis da “branquinha”, pois Judas leva a fama de egoísta, normal ele querer amigos só para si.

Não se pode ignorar nem mesmo o Deus Haddes, que devido ao seu trono próspero, torna-se um suspeito relevante por ser o grande favorecido da cachaça.

Seria então a cachaça uma bebida infernal? Se observarmos os danos que ela costuma repetidamente causar na sociedade, a hipótese não seria tão absurda.

Por enquanto a descoberta de quem esta se beneficiando da cachaça esta longe de ocorrer, mesmo porque não há interesse aparente por parte de ninguém. Seria talvez um dogma comum a todos os governantes?

...Isso nem Freud deve conseguir explicar!

Enfim, vista como “maldita” ou anestésica para acalmar a dor cotidiana, a cachaça não possuí preconceitos, podendo atingir de forma trágica a vida de qualquer um... E mesmo que o gole do Santo seja respeitado, o beneficiado seja ele quem for não garante proteção alguma aos que fazem à oferta.

Sendo assim, dane-se a vida! Ofertai ao Santo!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

....

Bolsa Lua de Mel

O texto sugere uma crítica ao papel que o jornalista assume quando se condiciona a explorar algo que tenha grande aceitação do público, embora tenha consciência de que seja uma informação inútil.

A informação do suposto programa “bolsa lua de mel” no estado malaio carrega uma irônica critica ao assistencialismo que existe no Brasil, o que serviria de “combustível” para a alienação da população, favorecendo ao desinteresse à informação de qualidade, e contribuindo ao aparente ilimitado comodismo.

Salienta-se através do texto que o assistencialismo muitas vezes desnecessário faz com que as pessoas ignorem as verdadeiras intenções do governo quando oferta tais benefícios.

O jornalista quando diz ter um compromisso para o grande público, ironicamente aparenta ter um discurso político, como se quisesse dizer: - Não me importo em trabalhar duro e quem sabe nem ser reconhecido, mas quero que saibam que tudo que faço é para facilitar sua vida; Ou seja, assim como os governantes o jornalista se beneficia com a pouca exigência ou talvez inteligência da população ao optar pelo mais conveniente a si.

Enfim, Juremir Machado da Silva expõe que a base do problema é o desinteresse da população, e que só mudando o perfil de exigência da mesma, conseguirá por fim ver a informação realmente útil sobressair diante das reais necessidades da nação.

Riscos necessários - redação de português - Tema: Riscos

<span style="font-weight:bold;">
Os primeiros riscos normalmente acontecem entre paredes. Embora sejam de forma violenta, resultante da aplicação de força desnecessária, a tentativa de controlar o indomável instrumento requer paciência e treino.
Perante olhos que “transpiram” criatividade, a decodificação de riscos multicoloridos é tão simples quanto desenhar nas nuvens. Nesta fase, o maior risco é ser descoberto por tais riscos.
Com o passar do tempo, o “Fantástico mundo de Bob” começa a ser deixado de lado; A necessidade de aprender riscos que sejam reconhecidos com glória, sem riscos de represaria é uma busca atraente. Neste período, o risco de errar é maior, mas o medo é invisível diante do suposto incentivo recebido.
Soma-se então uma bagagem de riscos, e a união deles fascinam com histórias que “uma vez” aconteceu, e que deixaram “todos felizes para sempre”.
Deslumbrando inúmeros riscos, muitas vezes a pressa do ônibus foi o vilão da total descoberta.
Após tornar-se capaz de decifrar os códigos com seus devidos significados rapidamente, o ônibus deixa de ser platéia; As histórias “evoluem”, e o conhecimento delas sugere grande importância na definição de um aparente futuro de maiores oportunidades.
Mas como fascinar-se por histórias que embora possam ser comprovadas, muitas vezes não deixam de serem inimagináveis? Onde glória e crueldade definem o poder... Histórias que falam da guerra da suposta superioridade do branco contra a “invasão” das cores, onde rosas destroem e muros separam.
Nesse momento muitos riscos são inconvenientes de serem descobertos...
É quando muitos riscos são ignorados, e acredita-se já ter domínio dos riscos convenientemente necessários.
Logo, riscos passam despercebidos... E é nesse instante que o maior dos riscos surge...
O risco de não ter mais interesse de desvendar riscos, acreditando agora somente no “Fantástico mundo da Wikipédia”.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

hoje meu dia foi muitooooooooooooo ruim...
não vou escrever pq... pq não ia me consolar....

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Texto quente

Geração Coca-cola

Rebeldes depressivos!
Programados para consumir...
Sem medo de morrer...
Com medo de viver...
Todos conectados; Todos tão desligados...
Filósofos suicidas!
Amam a liberdade, mas não a própria vida.
Epidemia de solidão...
Seriam as vítimas de tanta contradição?
O sistema ampliado continua mal; O vestibular é cada vez mais desigual.
Machucando por amor, imploram por amor...
A TV consola, a internet alivia...
Renato Russo me entenderia!
Cansados de falta de atenção, perambulam pelas ruas.
Viciados no irreal, fujam do camburão!
Muitas casas, nenhum lar...
Vestindo preto, questionam a razão...
Moderna escuridão...
Monstruosos espelhos!

texto Frio:

Geração Coca-cola

Quando falamos em “rebeldes”, logo vinculamos a uma idéia de jovens inquietantes. Mas a atual realidade tem mostrado um novo perfil de rebeldia, esta que agora possui a tendência de fazer com que o jovem se feche ao mundo real, e as possibilidades que o mundo pode oferecer.
Bombardeados por um biótipo dado como ideal pela mídia, jovens acabam se sujeitando a solidão como refúgio. Muitos deste sem uma estrutura familiar que garanta uma base emocional para encarar as contradições que a sociedade proporciona.
O isolamento é visto como garantia de fugir de todo mau, da violência, do preconceito, do biótipo ideal, da intolerância, etc.; Uma atitude que privilegia a TV e a internet, tendo-as como suposto instrumento de ligação com o real, deixando os jovens que deveriam ser criativos e pensantes, em consumidores alienados e frustrados.
Pensando nas novidades do governo, como as cotas nas universidades que distingui a capacidade pela cor da pele, podem reforçar a idéia que o jovem é cada vez mais exposto a sofrer contradições e continua a negar qualquer reação a situação. Descrente de mudança, o adolescente que deveria ser inquietante e questionador se camufla em um mundo “a parte”.
A falta de perspectiva diante da educação, somada a falta de estrutura familiar e emocional resulta em um jovem apático ao cotidiano, e que tende a ter uma visão que o faz acreditar que tudo seja um produto que pode dar felicidade instantânea, conduzindo o jovem a ter uma postura violenta quando rejeitado ao mundo “real”.
Diante de tanta liberdade, alguns adolescentes até questionam a razão, mas influenciados por ídolos que dizem sofrer com as mesmas frustrações e angustias, levando o jovem a adotar ideologias que tornam o isolamento “glorioso”.
Todas estas ações servem como tentativas de fugir da realidade, tornando as drogas, a alienação, a ignorância ou até mesmo o suicídio como oportunidade de concretizar a fuga, o que normalmente conduz o jovem a depressão e a perda de anos que deveriam ser considerados os melhores de sua vida.
Uma triste realidade, mas realmente real...



Clarisa de abreu

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

..

Todo mundo fala que conhecimento é a chave de tudo...
Eu acho que conhecimento é a chave que abre menos possibilidades de se relacionar, a medida que se começa a ser mais crítico, e conhecer mais áreas, acaba-se querendo se relacionar com pessoas que reflitam na sua personalidade o mesmo conteúdo... E aí mora o perigo...
Deve ser por isso que na maioria das vezes os grandes pensadores morrem de solidão, por causa das drogas, ou por causa dos beneficios q a morte dele representa para quem fica,...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

aula sem função

Prefiro escrever bobagem aqui do que assistir a uma palestra sobre cultura africana, discurso hipócrita que deveria motivar os brancos a apreçar a cultura afro, coisa muito idiota... Aceitar cotas universitárias já é uma afirmação de que nem os próprios negros se estimam realmente...
Soh porque deixamos de traficar negros, não significa que mudamos de comportamento perante os mesmos. Roubamos bem mais que corpos...Pois cada vez que vemos um negro de terno, ainda pensamos que este deve ser um pastor, caso não seja o Obama...
Esta história de que superamos o preconceito é ridículo, ele ficou enraizado em todos, inclusive e principalmente nos próprios negros...
Estão tentando garantir respeito em cima de ideologias que não são colocadas em prática, e a falta de conhecimento faz o povo aderir uma causa que é incapaz de fazer mudar convicções.
Não podem culpar os preconceituosos de hoje, pois nunca vi alguém negar suas heranças....

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Esboço- Trab. de Port.

O prejuízo é sempre nosso!!!

No discurso de Getúlio Vargas ainda durante o Estado Novo ao assinar a Lei n° 2004: que definia a instituição do monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras, dizia que assim como inicialmente descreram da siderúrgica de Volta Redonda, e que na sua concepção teve uma irrefragável capacidade criadora nacional, a Petrobras seria o marco da independência econômica do Brasil.
Lembrando que Vargas “virou a casaca” como se diz no futebol para “sufocar” sua tendência fascista e assim ser presenteado através do Acordo de Washington pelos EUA com a siderúrgica anteriormente citada.
No presente momento a posição nacional é diferente, são os países do “1° mundo” que disputam preencher os requisitos que o Brasil “impõe”, o que significa para o beneficiado da compra brasileira maiores possibilidades de se recuperar da crise econômica.
A descoberta do pré-sal que é veemente a grande arma nacional atual, principalmente perante a dramática situação na qual se encontram os reais armamentos nacionais, indica um perigo visível diante da maior movimentação militar, que desde a época da ditadura não era vista na América do Sul.
O governo que aparentemente já manifesta pensar em possíveis circunstâncias que atentem a segurança do país deve recordar da sua pouca inteligência nos momentos de adquirir equipamentos bélicos, o que supostamente Luiz Inácio Lula da Silva também desconhece, a julgar a sua falta de ética frente aos países que disputam vender seus produtos, sabendo que nenhum deles tem a inocência e interesse em fornecer tecnologia a um possível concorrente futuro.
Usufruindo de uma platéia que reflete o porquê da caótica situação da Constituição e do Senado nacional, Lula regrediu a uma mentalidade que lembra a “exibida” no início da República.
O slogan que nasceu com a Petrobras era “O petróleo é nosso” é substituído por “O petróleo é todo nosso”, mas será isto suficiente para dar condições ao desenvolvimento favorável da economia brasileira?
Bom... Enquanto o atual presidente doa milhões para países subdesenvolvidos, como se não fizéssemos parte do mesmo grupo, ignora a triste experiência que o Brasil teve na Guerra do Paraguai, quando acreditou que aliar-se a uma superpotência era o bastante para crescer economicamente.
O amadurecimento tardio do Brasil tem sido fruto do despreparo e do exibicionismo dos seus representantes, semeando uma idéia despreocupada na população, proliferando uma ignorância necessária para tal comodismo, diante das supostas “marolinhas”.
Pois, assim como a siderúrgica de Volta Redonda, que foi privatizada posteriormente, mais exatamente no governo Collor, agora para muitos privatizar a Petrobras já é uma necessidade onde a empresa pode deixar de ser uma estatal, de controle do Governo, devido principalmente à falta de clareza demonstrada quando questionada, para ser de controle público, formado por grupos da sociedade e outros países.
O governo devia preocupar-se mais em “armar-se” de indivíduos pensantes, seria um investimento sábio, embora não tenhamos experiência em relação ao mesmo, seria bom fugir ao convencional hábito nacional de deixar para depois.

domingo, 20 de setembro de 2009

Responsabilidade Global - Texto de Port.

Estamos numa fase em que assumir uma responsabilidade socioambiental é uma necessidade global. O chamado merchandising social ou markentig para causas sociais tem sido muito utilizado para atrair a discussão popular sobre problemas que existem na sociedade. Em novelas, por exemplo, podemos lembrar da abordagem sobre o transplante de medula óssea em “Laços de Família”; do Alzheimer em “Senhora do Destino” e mais recentemente a retratação da Esquizofrenia em “Caminho das Índias”.
A responsabilidade socioambiental tem sido reforçada pelo apoio de diversas personalidades, desde atletas, como o jogador Ronaldo Nazário que substituiu Renato Aragão (Didi) e passou a ser o embaixador da Unicef; até políticos, como Al Gore que foi vice-presidente de Bill Clinton, e que produziu o documentário “Uma verdade inconveniente”, o qual fala sobre as mudanças climáticas.
Em tempos de desequilíbrio ambiental e de desigualdade crescente, as enchentes se tornaram rotineiras, as doenças respiratórias fatais; tragédias, intolerância e preconceito comuns, perda dos valores familiares e marginalização abundante; onde a conscientização é a base para a mudança socioambiental e uma esperança para a humanidade.
Devido a uma preocupação social e ambiental globalizada, a expansão da ideia de urgência para atingir um maior público sobre a importância de mudar determinadas atitudes, privilegiando o meio socioambiental, tem sido almejada por diversos meios de comunicação, se tornando quase que uma regra para as atuais programações.
Enfim, pessoas dos mais diversos setores têm contribuído para alertar a sociedade sobre os fatos que necessitam receber maior atenção; uma atitude que é sempre bem-vinda, e que favorece a todos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

......

"O triste fim de Policarpo Quaresma”

O pré-modernista Lima Barreto em O triste fim de Policarpo Quaresma" faz uma sátira ao nacionalismo exagerado, tendo como peculiaridade o Ecletismo(tendência filosófica resultante).
A obra que teve aprovação unânime da crítica, é dada como um momento de maturidade do autor.
O "romance" aponta o quadro social dos primeiros anos da República, refletida durante a história do Major Policarpo Quaresma, um adorável patriota visionário que ativa a percepção de aglutinar sentimentos contraditórios diante de um "real" contraditório.
O autor, salvo da própria subjetividade amplia e aprofunda seu enfoque social, salienta desde a época de Floriano Peixoto, para reencontrar-se no presente momento.
O ufanista e sonhador protagonista, perante ao seu cotidiano, entra em confronto com a posição de dependência acentuada do país no inicio do século XIX, que é vista por ele como desnecessária frente a abundância de recursos naturais que o Brasil oferece, criticando a distribuição de Poder e da riqueza, a infra-estrutura burocrática e o caráter agro exportador.
O contexto da obra deixa explícito a desigualdade social e demonstra o comportamento exercido pela classe média suburbana sobre a miséria de subproletariado em expansão.
As inter-relações que insere a problemática dos personagens são justificadas na forma de atuação de cada um dos mesmos.
A trajetória de Policarpo Quaresma constata a otimista mentalidade no princípio da República, que durante seu percurso só foi se mostrando inviáveis à alguns setores das classes médias, e a continua marginalização do povo inculto urbano e rural.
A intenção de Quaresma de adotar o Tupi-guarani como língua oficial do Brasil e o momento excêntrico que o major cumprimenta chorando sua visita, assim como faziam os Tupinambás, expõe de forma engraçada e cômica as culturas realmente esquecidas.
Apresenta também a questão agrícola da época, falando do apoio que o governo oferecia para a vinda dos imigrantes europeus, substituindo a mão-de-obra escrava na cultura cafeeira após o declínio da cultura açucareira.
A ideologia que consagra Quaresma é vista pelo autor/narrador com veemente aceitação que ora até leva-nós a questionar se tais idéias seriam do próprio Lima Barreto, como é destacado no seguinte trecho em que o autor intervém dizendo as seguintes palavras: “É raro encontrar homens assim, mas os há e, quando se os encontra, mesmo tocados de um grão de loucura, a gente sente mais simpatia pela nossa espécie, mais orgulho de ser homem e mais esperança na felicidade da raça. (Barreto, L.; 1915. pág.49).
O narrador crítica o positivismo que segundo ele, em nome da ordem comete violência e ferocidades, que na sua ficção é apresentado através da cena da "Matança do Boqueirão", salientando o contexto histórico que aconteceu no período do pré-modernismo no Brasil, no qual teve várias tensões internas, como: A Greve Operária em SP, a Revolta da Chibata e a Revolta da Vacina no RJ, a Guerra do Contestado no PR, Guerra de Canudos na BA entre outras.
O que chama atenção no personagem principal são os hábitos burocráticos, que persistiam mesmo durante as férias, caracterizando-o também como uma pessoa metódica. Sua mania de ler vários jornais diariamente com a finalidade de encontrar alguma notícia curiosa ou sugestão de uma idéia útil à pátria, e que até durante os passeios, Quaresma não se desligava dos problemas que o preocupava relativo à situação do Brasil.
O principal objetivo do major era concretizar suas idéias para auxiliar o crescimento da pátria, que segundo ele, precisava de pequenos melhoramentos para ser superior a Inglaterra, isto porque constatava uma superioridade nacional de nossa realidade geográfica (clima, minerais), natural (animais úteis, frutos) e social (gente hospitaleira e valente).
O estudo da realidade brasileira, transforma o major subsecretário do Arsenal de Guerra num patriota exaltado, a ponto de custar-lhe um internamento num hospício.
O personagem central que no princípio é favorável a Floriano Peixoto, volta-se contra ao governo após sua estada no hospício, que antecede sua prisão, sendo enviado posteriormente para a Ilha das Cobras, onde morreu fuzilado a mando dos dirigentes da República.
O pessimismo e a autocrítica do protagonista perante o fracasso, se vendo num final patético e triste, permanece sonhador a partir de contradições que tragicamente o faz continuar acreditando na humanidade e no futuro dos homens.
Triste fim!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

....

Os sentimentos mais sinceros guardamos em segredo...
Ficam em segredo porque se descobertos são incapazes de sobreviver...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Escrito em outubro do ano passado...li ihh pensei... acho que o lugar vago desapareceu...

Neste exato momento e inúmeros outros eu quis estar na sua presença...
Sempre me pergunto como nosso am or exagerado ateh, que poderia nos fazer feliz por toda a eternidade e que mesmo assim nos separou...
Não seim mais nada sobre ti, nem te reconheço mais, mas sempre o desejo...
o "nunca mais" agora parece real, o tempo e a distância nos moldou diferentemente, ofereceu chances, oportunidades e experiências diferentes, mas deixou um espaço vago, que numa procurada solidão ainda faz doer...
Não acabou por falta de sentimentos bons e sim por não mais querer...
Como dizia nossa trilha...

Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão,
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer,
Sobre a verdade e a ilusão,
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhando onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porque de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!

trabalho

Comunicação Social- jornalismo- turma VI
Metodologia Científica
Clarisa de Abreu

Tema: Sexo precoce.
Problema: Gravidez indesejada.
Hipóteses: Alienação dos valores familiares.

“...Como nossos pais...”

O sexo precoce nunca foi motivo de problemática para a sociedade, no caso da Alemanha, até induziu e incentivou quando na liderança estava Hitler. Embora não pretendamos nos tornar uma raça soberana, os governantes brasileiros não manifestam interesse algum em diminuir suas grandes investidas na “bolsa família” e nas “ONGs”, supostamente dando incentivo ao estudo aos futuros eleitores.
Não que no princípio no Brasil a iniciação sexual fosse tardia, A diferença é que antes a constituição da família era precoce assim como o sexo, onde prevaleciam valores familiares estipulados na época.
No presente momento o interesse de adquirir quaisquer valores familiares é inexistente, a permissividade que era o escopo da sociedade é usufruída inadequadamente pelos jovens.
A nova geração se esquiva de preconceitos, e inicia sua vida sexual ativa sem pudor algum, ignorando sua própria ignorância em relação ao sexo.
Essa pretensiosa posição causa uma triste realidade, na qual jovens mudam toda sua perspectiva de futuro, para encarar uma gravidez indesejada, que normalmente é procedente de apoio nenhum.
Enquanto normal ao cotidiano do “vizinho”, a gravidez precoce sempre surpreende os pais dos futuros pais.
Mas como seria o “sermão” dos avós?
“-No meu tempo não era assim, hoje você tem “tudo” e não aproveita...”
“-Eu morro de trabalhar para te dar “tudo” e você faz isso”.
Na verdade o “sermão” explica o motivo da “surpresa”.
Em meio à uma tecnologia que o faz crer ter super-poderes, os jovens atuais que se dividem seu tempo com os pais separados, ora tenta entender a nova opção sexual da mãe, ora descobre ter outro irmão por parte de pai, ora tenta ignorar a “cantada” de um padre, ora sente atração pela mais nova “nova” namoradinha do avô, achasse maduro o suficiente para ter uma relação sexual, seja ela com o compreensivo “príncipe encantado”, ou com um sapo que garanta dinheiro e sexo experiência.
E de repente o rebelde sem causas procura um espaço inacessível na agenda ou um intervalo não silencioso durante a novela para contar a “grande novidade”.
Susto... Mas para quem?
Culpados... Quem?
...Quem nunca cantou com Elis Regina o sempre sucesso “Como nossos pais”...
Pois é... Como meu avô dizia: “Se não sabe, não assopra”

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

.....Será

Não sei se acontece com todo mundo, mas tem dias que tudo estah tão claro...
Por exemplo... eu nunca soube o que fazer na vida, sempre pensei em misturar trabalho com diversão, ter tempo para saborear boas músicas e filmes, fazer exercícios e ainda ter um trabalho agradável que desse possibilidades de todos os dias se surpreender de maneira construtiva e que ainda desse grana para suprir todo o resto dos sonhos...
Nunca descobri como fazer isso, a começar com a profissão... Mas de repente hoje a ficha caiu... Quero fazer "tal coisa"... Nunca antes tinha pensado nisto, pra mim foi ateh um golpe baixo, as vezes cheguei a desconfiar que este dia nunca chegasse... Ateh me conformei quando ouvi a música do Bial que dizia "Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam,
aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida.
Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabe"...

Talvez eu não seja mais interessante, mais talvez o interessante é se descobrir depois de se achar interessante em não saber o que fazer... talvez tudo seja interessante...
Agora paro... e penso... o que é interessante para mim...
A resposta disso pode ser qualquer resposta....
Pois não existem respostas erradas, pois há resposta para tudo...
E a minha respostas eu acabo de descobrir...

Embora agora seja mais difícil concretizar, é possível... Porque agora tudo soh dependo soh de mim, em relação a tudo, como se organizar, como se preparar...
O difícil era viver sem objetivos claros, viver no " tanto faz"...
Agora é focar no que diriamos na faculdade, Objeto de estudo, e desvendar todos os seus problemas para compreender-lo.

...Toh com estah música o dia todo na cabeça.......

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”

Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome

Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

resumo dos 3 livros de sociologia

Veemente contraditória, a Sociologia é uma ciência impulsionadora de grandes iniciativas, formada de “táticas” investigativas para explicar a vida social.

Nasceu apartir da transição do sistema Feudal para o Capitalismo, no intuito de suprir a necessidade de compreender as novas situações impostas com as transformações da transição.

Embora apresentada formalmente em 1830 na França, a Sociologia já se fazia presente durante a Revolução Industrial(1765) e a Revolução Francesa(1789). E com o aumento expressivo dos indivíduos nas cidades, ficou cada vez mais explícita a sua importância para uma nova organização na sociedade que demonstrava uma moderna tragédia, dando lugar ao aparecimento do proletariado, este que enxergava no socialismo um alternativa de mudança.

Foi então que a sociedade passou a ser objeto de estudo, com vital valor para compreender os problemas dos fenômenos coletivos que afetam a sociedade.

A acumulação de capital é característica peculiar do Capitalismo, resultado do aumento da divisão de trabalho técnico combinado com o maquinismo, responsável por uma produtividade sem precedentes nesta fase, que teve grande influência para as tais mudanças de comportamento da sociedade.

A Ideologia ahistoricamente é entendida como organização sistemática de todos conhecimentos científicos, formando idéias que fazem a prática ser subordinada da teoria.

O amontoado de idéias e teorias não prejudicam a ciência, porque é produzido pelas relações sociais, num contexto histórico, onde ideologia não implica em subjetividade e sim num instrumento de dominação de classe, o qual aponta conceitos antagônicos e teorias contraditórias numa sociedade que inova situações à serem compreendidas, para que estas muitas vezes posteriormente possam ser combatidas.

Tanto a sociologia, como o capitalismo e a ideologia esboçam um processo de transformação na sociedade, resultando na realidade.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

documentário Ilha das Flores



O documentário que começa com a seguinte frase"Deus não existe", usa da mesma trilha sonora utilizada pela "Voz do Brasil", lembrando do lema do positivismo(Ordem e Progresso), mencionado na bandeira do Brasil.
Com um discurso "correto", aponta-se a desigualdade e a limitada capacidade intelectual do homem por meio de imagens, formando um real contexto histórico da "evolução" humana. Sendo que o "jogo de palavaras" utilizado para narrar o documentário deixa ainda mais explícito a contradição do ser racional em atividade.
Com o documentário pude me questionar o seguinte:
O ser humano dito racional, por ser possuidor do Telencéfalo, o que lhe permite processar informações de maneira sensata, junto ao seu peculiar polegar opositor é merecedor de ser apontado grandioso como a ciência e um dogma como a religião?
A resposta poderia ser dada com um simples não. Mas diante do complexo contexto demonstrado, nossa visão deve ultrapassar muito além de dogmas e tecnologias para explicar tais fatos.
A inexistência da empatia do "ser racional", deu-lhe a necessidade de crer em algo mais poderoso que si próprio, então assim surge a Teologia: para explicar este outro lado incapaz do homem perante o mundo.
Mas...
O poder do homem se mostrou mais visível que o de Deus, então coube a ciência mostrar seu poder.
Com tanto poder num único mundo, a guerra foi a solução para descobrir quem é mais perfeito.
A ciência salva e mata, ignorando distingüir quem a estima ou a despreza; A perfeição nela se demonstra talvez pelo seu não preconceito, sei lá...
O homem salva, mata, si mata; "hora" por nome da ciência, "hora"em nome de Deus(talvez se tirassemos o "h" nessa hora algo mudasse), ou sem motivo mesmo.
Já Deus é dado como o "Salvador", dizem que ele salvou a todos nós, que perdoa quase tudo, menos quem tira sua própria vida, não sei qual é a lógica que ele usa, mais deixa pra lá...
Concluindo, não sei quem é digno de poder, embora eu tenha o Telencéfalo e esteja usufruindo do meu invejado polegar opositor agora. Mas para facilitar à todos nós como sempre, é melhor culpar a ciência por sua ignorância e dizer que Deus não existe.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

...



And I'd give up forever to touch youE eu desistira da eternidade para te tocar
Cause I know that you feel me somehow Pois eu sei que de alguma maneira você pode me sentir
You're the closest to heaven that I'll ever be Você é o mais próximo do paraíso em que eu jamais estarei
And I don't want to go home right now E eu não quero ir para casa agora

E tudo que vejo é este momento

E tudo que respiro é sua vida

Porque mais cedo ou mais tarde isso irá acabar

Eu só não quero sentir sua falta esta noite


And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life E eu não quero que o mundo me veja
Cause sooner or later it's over Pois não acho que eles compreenderiam
I just don't want to miss you tonight Quando tudo é feito pra não durar

Eu quero apenas que você saiba quem sou eu


[Chorus]
And I don't want the world to see me E você não pode enfrentar as lágrimas que não vem
Cause I don't think they'd understand Ou o momento de verdade em suas mentiras
When everything's made to be broken Quando tudo parece como nos filmes
I just want you to know who I am Sim, você sangra apenas pra saber que está viva


And you can't fight the tears that ain't coming
Or the moment of truth in your lies E não quero que o mundo me veja
When everything feels like the movies Pois não acho que eles compreenderiam
Yeah you bleed just to know you're alive Quando tudo é feito pra não durar

Eu apenas quero que você saiba quem sou eu


[Chorus]
And I don't want the world to see me Não quero que o mundo me veja
Cause I don't think they'd understand Pois não acho que eles compreenderiam
When everything's made to be broken Quando tudo é feito pra não durar
I just want you to know who I am Eu apenas quero que você saiba quem sou eu


(break and solo)

Eu apenas quero que você saiba quem sou eu

Eu apenas quero que você saiba quem sou eu

Eu apenas quero que você saiba quem sou eu

Eu apenas quero que você saiba quem sou eu




































segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Thau...

Lembro de ti... Quando...
Eu dei alguns passos...
Olhei discretamente e você ainda estava parado no mesmo lugar, onde eu segundos antes havia fechado os olhos para te beijar...
Olhei em frente e segui andando...
No pensamento soh uma frase...
"Eu não vou voltar, eu não devo voltar, é melhor assim."
Não sei o que você pensava...
Alias nunca saberei...
Então parado lá o deixei.
E com passos pesados sumi de sua visão...
Sempre vou imaginar o que você pensava naquele instante...
Embora tudo tenha mudado agora...
Embora tenha desaparecido de seu olhar e de sua vida...
Nunca o deixarei por total...
Vou sempre estar presente em ti e tu em mim...
Independente de quantos passos eu der, você sempre vai me acompanhar de alguma maneira que não sei explicar...

Perfeição

Rosto sereno como se fosse ainda criança...
Com amor para suprir todo desamor que tem na Terra...
Era perfeito como as nuvens...
Impossível tocar sem estar no céu....
Se redesenhava a todo momento...
Fora do alcance...Distante das minhas mãos...
Talvez sua perfeição fosse devido a distância.
Distância que hora inexistia, hora me destruía...

fim

Caminhei sob a pesada chuva,
Minhas lágrimas se perdiam em meio a tempestade...
Quantas palavras não foram ditas, embora talvez pudessem não fazer diferença....
tempo perdido... uma vida perdida...
A chuva que já presenciou tanto amor, agora serve de cumplice da saudade, juntas sempre apagam a chance de ver mais uma estrela cadente.

sábado, 15 de agosto de 2009

Um dia de chuva

Olhos molhados de dor...
Pulsos inundos ao sangue.
Olhar fixo em um estranho desenho,
que as nuvens ensaiavam fazer...
de longe alguém a deslumbrava-se...
Achava uma bela, mesmo triste...
Digna de atenção...

Uma chuva inesperada molhou toda a moça...
Lhe tirou o peso que carregava, e deu-lhe um sorriso no rosto...
Gotas da chuva escorreram na tinta fresca...
Triste obra... Feliz inspiração

quarta-feira, 1 de abril de 2009

...

Depois de muito tempo ser escrever aqui, hoje após saber q vou demorar para deixar Cuiabá, tipo...cheguei aqui as 5 hs e soh vou para o RS as 19 hs... Daí resolvi procurar um siber, pra fugir do sono e passar o tempo...
Pra falar a verdade soh dah pra perder tempo e aumentar o sono... toh piscando de sono...
Viajei 10 hs e já toh morrendo d dor nas costas, toh ficando velha...
Não vejo a hora de chegar em casa, implicar com meu irmãozinho, escutar uma rádio boa pelo rádio... toh com saudade ateh da minha cachorra,aí dela se não me reconhecer...
A impressão é que o tempo não passa...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Evolução da alma...

Hoje, decidi fazer algo novo.
Decidi ouvir o som, abafado do meu sussurro.
E entender que algumas coisas são inexplicáveis, e permaneceram, para sempre, imutáveis.
Minha alma se rendeu ao silêncio...
E.. pude perceber que há,também, muitas outras coisas, que podem ser lançadas no mar do esquecimento...
E, essa atitude, mudar, definitivamente....
A história de uma vida...
Olhei-me atentamente pela primeira vez...
E vi como realmente sou...
Olhei- me sem hipocrisia... sem máscara...
Sem desculpas...
E me deparei com minha humanidade...

Pude perceber que tornar-me humana...
Significa reconher que não sou perfeita, que sou passível de errar, que não preciso ter todas as respostas...
Percebi que tenho deficiências... áreas de sombra...
Desejos ocultos...
Fraquezas que não podem ser confessadas...
E, então...
O irreal neste momento sobressaiu o corpo...

FIM




...

http://br.youtube.com/watch?v=I3B--wPxbCc&feature=related
Bah...estah música me derruba... Se eu ganhar na loteria e logo escutar estah música eu fico triste...
Ohhh musiquinha boa para ficar depre...
Já em caso de depre antes mesmo de escutá-la, melhor evitá-la ao máximo...Isso se você quer manter os pulsos intactos...kkkk

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Que gato hein!



Esse é o Tom...
O gatinho do meu tio q fez companhia pra mim durante quase um mês aqui em PVh-RO...
É uma exceção felina... Ele é hiper ativo...
Vou deixar estah foto aqui para não esquecer dele... isso mesmo depois q minha orelha cicatrize do arranham q ele me deu..kkk
Durante este mês ateh conversar eu conversei com ele.. Digamos q ele foi quase um Wilson neste periodo de solidão..rsrsrs
não sei se é saudade de meu tio q estah viajando... mas o Tom tah bem alterado...kkkk
Gatinho bem sem noção...




...

Foto do Andriney e eu andando de barco no rio Madeira

...

Acabei de comprar minha passagem..
Vilhena vou eu...
Quinta feira saiu daqui...
O que me espera por lá será ???
Na verdade ninguém neh... não conheço ninguém..rsrsrs
Que besteira isso...kkk
Bom... a sorte estah lançada...
Espero q de tudo certo...
Antes de ir comprar a passagem.. peguei uma filinha básica no banco do Brasil, tudo pq meu cartão estah inválido, e vou ter q fazer um pedido para q mandem outro de Santa Maria para cá... Sorte q consegui sacar uma grana mesmo assim...
Acho q fiquei quase uma hora esperando... comecei a conversar com uma senhora q estava no meu lado.. A coroa era de Erechin-RS, daí ficamos falando e falando várias coisas...
Fui atendida primeiro e fui embora sem saber nem o nome dela...
Conversar com pessoas q dificilmente vou ver mais tem sido frequente nos meus últimos meses...


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Decifre o que se passa nesta cabeça se for Capaz!


....saudades do Henrique! Meu irmãozinho malinha


Depois de fuçar em muitas coisas na internet e não conseguir atrair mais minha atenção em nada... nem a Tv... nem a música alta... foi inevitável não lembrar do meu irmãozinho... hoje fazem 1 ano e 3 meses quase q não o vejo... acho q quando eu ver ele vai ser ateh estranho... Ele vai fazer 9 anos em outubro já...passou muito rápido...
Lembro de quando ele acordava tri cedo e ia no meu quarto, passava a mão na minha cabeça pra me acordar .. dai ele dizia"mana..quero mama" eu respondia..."dorme mais um pouco, daqui a pouco eu levanto e a gente toma café" ele respondia sempre"não...quero agora"...
Essa cena acontecia quase todos os dias, lá pelas 6:30 da manhã...
Daí eu levantava meia q dormindo ainda, fazia a mamadeira dele e deitavamos no sofá...
Eu sempre coxilava entre um desenho e outro...
Lembro de quando eu chegava à noite depois da aula e ele queria ficar comigo vendo tv, ele mal deitava comigo e dormia... soh para mim ter q carregar ele ateh a cama...
Lembro que...Ele soh deixava eu cortar as unhas dele... espero q depois d eu vir pra cá ele tenha deixado a minha mãe cortar...rsrsrs
Sempre que ele entrava no meu quarto ele dizia"posso ligar o som?"... ele pedia pra mim colocar determinadas músicas... eu achava q ele as pedia soh porque sabia que eu gostava das mesmas, tipo.. tática para me agradar... depois que percebi que ele aprenderá a gostar mesmo...
Uma música que ele sempre pedia para escutar ou as vezes ateh levava um xingam meu pq estava arranhando meus Cds para escontrar era "diga a ela" do nenhum de nós... ele cantava estah no banho tbm.. mas num ritmo inventado por ele... muito ruim por sinal... mais gritava q cantava...
Hoje quando senti vontade de abraça-lo como faço em meus sonhos quase todas as noites... lembrei da música... e quando escutei me deu tanta paz...
Acho que a letra traduz um pouco o q eu faço quando falo com ele pelo telefone... tento mostrar que estah tudo bem... Podia mudar o nome para "o que eu digo a ele"
Acho q soh no final do ano vou conseguir vê-lo... mas pelo menos a música eu posso sempre escutar e ter boas lembranças...

http://br.youtube.com/watch?v=LT1bBXXFGHI